terça-feira, 17 de julho de 2012

Dois estranhos gozando dentro da minha mulher

Mais um conto da Net:

Como todas as que conto, esta história é real e aconteceu há alguns anos. Éramos casados há apenas quatro anos. A Kate com 22 aninhos, 1.71 m e 54 kg, olhos azuis, loiríssima e linda chamava a atenção de todos os homens onde passava. Seu corpo sempre douradinho do sol, com aquelas marquinhas maravilhosas de biquíni. Desde o início de nosso namoro sempre a incentivei a se exibir. Aos poucos ela foi se soltando, e já usava um biquíni bem pequenininho, que mal cobria a sua bundinha deliciosa e sua xaninha saliente. Uma delícia. Ainda mais porque eu a incentivava a usar mínis bem curtas e roupas coladas no corpo o que a deixavam mais gostosa ainda. Ela no início reclamava do meu comportamento liberal e de eu não demonstrar ciúme nenhum, mas as roupas que eu dava, as propostas que eu fazia, acabaram por vencer sua resistência. Foi deixando de lado sua timidez e já gostava de se exibir e provocar outros homens. Então comecei a propor que fizéssemos de vez em quando alguma brincadeira picante com o exibicionismo. Começamos com ela saindo com uma sainha curta e sem calcinha, para que em locais públicos se exibisse discretamente. Um ou outro felizardo era escolhido para ser vítima destas exibições. Uma de suas brincadeiras preferidas era irmos a um local bem lotado, ela de vestido bem fininho e sem calcinha escolher um homem mais velho e, aproveitando o aperto encostar-se a ele até deixá-lo de pau duro. Fizemos várias vezes isso, indo a barzinhos noturnos, danceterias, e shows, onde ficávamos sempre na pista mais cheia. Quase sempre rolava pegação, e mais de uma vez, um homem chegou a encostar a mão na sua bucetinha, mas nunca passando disso, já que ela nunca havia tomado coragem para ir em frente. No final, transávamos deliciosamente e fantasiávamos a situação indo além da esfregação. Apesar de nunca ter tido nada com outro homem, e de sempre dizer que neste ponto não chegaria, a Kate deixava transparecer nessa hora o seu tesão em ser comida por outro macho. Quando eu falava em seu ouvido que seria um tesão ver outro homem enterrando seu cacete em sua bocetinha, ela explodia em um gozo delicioso. A coisa foi ficando cada vez mais ousada, até que em uma dessas aventuras resolvemos ir a um show de um destes cantores nordestinos em um clube destes, estilo bailão; nem me lembro o nome, mas sabíamos que estaria lotado e perfeito para realizarmos nossa fantasia de sempre. 

Um detalhe importante é que estávamos em pleno verão e ela nesse dia escolheu para sair um vestidinho bem leve de seda que ela tinha, estampado e bem solto no corpo, e ficou sem sutiã. Os bicos de seus seios pequenos e durinhos marcavam a seda e, segundo ela, o contato era delicioso e excitante. Ficamos lá, vendo o salão se encher cada vez mais, e eu acompanhando os olhares gulosos dos homens em volta, para minha esposa. Pela aparência, a maioria dos presentes era acima dos 30 anos e os homens, com aquele tipo físico de trabalhador braçal, rudes e fortes. Ficamos ali em um canto nos pegando e eu fazia questão de enfiar a mão dentro de seu vestido enquanto a beijava. O local em que ficamos era meio na penumbra e eu; aproveitava para aos poucos, levantar o seu vestido expondo a sua bundinha e a calcinha minúscula preta que ela usava. É claro que nessa bolinação já estávamos sendo observados discretamente pelos homens que estavam por perto. Como a Kate gosta de se exibir, mas sem se expor, o lugar estava perfeito. Eu também estava sendo cuidadoso para que ela não se incomodasse e a nossa festa acabasse antes de começar. Quando o show começou, a luz diminuiu, mas acabamos ficando por ali. O lugar foi ficando cada vez mais cheio e em pouco tempo, estávamos espremidos naquele canto escuro, no meio do povo, a maioria homens que estavam por ali. No escuro, fiquei na frente dela, mas de costas para ela, para que os homens que estavam por perto pensassem que eu não a estivesse acompanhando e nem, tampouco, percebendo os lances, Assim, os mais ousados foram se aproximando e aproveitavam para se esfregar na bundinha dela e passar a mão nas suas coxas. Ela ia me contando no ouvido o que estava rolando e eu já estava com meu pau duríssimo. Em certo momento ela deu um pulinho para frente e me disse, rindo, que um mais afoito tinha enfiado a mão por baixo do vestido. Nessa hora, eu virei minha cabeça e vi que havia uns três ou quatro homens, dois mulatos, um branco e um negro, que estavam logo atrás dela e imaginei que teriam sido estes que bolinaram a Kate. No ouvido dela, pedi então que fosse ao banheiro e tirasse sua calcinha. Ela na mesma hora me disse que, de jeito nenhum, iria fazer isso porque seria muito perigoso ali. Fiquei quieto e virei de novo na frente dela, que me abraçou. 
Começou de novo a esfregação atrás e percebi que ela ia rebolando ao som da música e ficando cada vez mais excitada. Aí, ela segurou no meu pau duro e me pediu no ouvido para ir para trás dela que ela me deixaria brincar com sua bucetinha molhadinha. Eu, é claro, aceitei, mas impus uma condição, que ela então tirasse a calcinha para eu meter bem gostoso na bucetinha dela. 

Meio a contragosto, ela concordou, mas disse que no banheiro não ia, porque do jeito que estava o lugar, ia demorar muito e seria perigoso. Então, aproveitando o escuro me empurrou para a parede me deixando na frente dela e eu percebi pelos movimentos que ela estava tirando, ali mesmo, a pecinha. Senti sua mão colocando no meu bolso a sua última proteção, e vi sem ela perceber, que mais de um dos nossos bolinadores também perceberam o movimento. Nessa hora, eu a puxei para o meio de novo e fui para trás, tirei discretamente o meu pau e comecei a pincelar na bocetinha, mas sem meter, o que deixou ela mais louca ainda. Fiquei assim, só me esfregando na portinha, sem meter, enquanto ela se mexia tentando colocar. Mesmo com meu pau doendo de excitação, o que eu queria era deixá-la cada vez mais a fim de sexo, e meus planos sobre como seria saciada, eram bem outros. Fui para frente dela e comecei a beijá-la enquanto esfregava meu pau na sua bocetinha pela frente. Ela gemia e em silêncio tentava se ajeitar em mim, o que acabou chamando a atenção, de novo, dos caras que estavam ali por perto. O lugar então ficou ainda um pouco mais escuro, devido à iluminação do palco, e novamente percebi que os homens que eu havia visto já se aproveitavam para esbarrar e encostar-se à minha mulher. Eu, então, disse para ela que não ia comer ela ali apesar do tesão que estava sentido, mas que preferia fazer isso em casa. Eu sabia que ela estava louca para dar. Paguei para ver se a excitação dela iria ser maior do que a decisão que ela havia tomado de não deixar nenhum outro homem meter na sua bocetinha deliciosa. Então um homem de uns 45 anos, mulato, usando uma bermuda dessas de surfista chegou bem atrás dela e, como se estivesse sendo empurrado, encostou seu corpo pressionando a Kate de encontro a mim. Eu fiz resistência, fazendo com que os dois ficassem mais encostados ainda. No princípio, ela fez que não gostasse e ficou meio desconfortável, mas aos poucos foi relaxando e o tesão em que ela estava, foi diminuindo sua resistência e também o medo de estar ali com um homem desconhecido esfregando-se nela, sem calcinha por baixo do vestido. 

O homem agora a encoxava e chegou a colocar a mão em sua cintura. Claro que já devia estar de pau duro. Então, ela não resistiu mais e começou a movimentar vagarosamente e esfregar a sua bundinha nele. O cara, que não era bobo, já entrou logo no jogo. Ela me disse no ouvido que dava para sentir o volume do seu pau encostando-se ao seu vestido. O homem, então, ignorando que ela estava encostada em mim, enfiou sua mão entre eu e ela e foi subindo por dentro do vestido até encontrar sua xaninha molhadinha e livre. Pude ver o sorriso de prazer dele, quando sentiu isso, e ela, por sua vez, gemeu tentando se esquivar provavelmente quando o homem colocou seu dedo na boceta já lubrificadíssima. Como eu estava firme na frente dela, não houve como impedir e, além disso, eu sentia a mão do macho nela. Eu então saí meio de lado, para poder ver melhor a cena e outro homem, negro e mais alto, rapidamente ocupou meu lugar, encostando sua bunda na barriga dela enquanto levou sua mão para trás e puxou a dela na sua cintura e foi forçando, descendo ao encontro do seu pau. Como estávamos no aperto, eu só podia imaginar o que estava acontecendo ali por baixo, mas percebi claramente a expressão do homem quando conseguiu colocar a mãozinha da minha esposa em seu cacete. Nessa hora, ela me olhou, ensanduichada no meio de dois estranhos, mas, eu que estava adorando a situação, fiz um sinal de ok, que eu estava ali, e qualquer coisa, eu poderia me aproximar facilmente e interromper a festa. Ela entendeu o recado e ficou rebolando entre os dois homens ao som da música. Enquanto o de trás a encoxava, o da frente percebendo que não havia mais resistência virou para ela e enfiou a mão enorme pelo lado do vestido pegando nos seus seios macios. O de trás, vendo que ela estava a fim, levou a mão para a calça e tive a certeza que estava colocando seu pau para fora. Ela olhava para mim, mas já estava entregue aos dois machos. Parecia que eu, finalmente, iria ver minha deliciosa loirinha sendo comida por outro homem. O mulato foi se ajeitando e puxando o vestido dela para cima. Em um segundo já estava com seu pau no meio das pernas dela e, com certeza, se esfregando na portinha da sua bocetinha molhada. Ela continuou rebolando, mas não dava chance para o homem colocar dentro, ficava só ali, cuidando para ele ficar só no sarro na portinha da bocetinha, até porque estava sem proteção, o que era impossível providenciar naquele lugar. 

Cheguei a pensar que ele ia acabar gozando ali mesmo e a festa ia acabar sem penetração, como sempre. Ficou se mexendo enquanto ela rebolava e o outro homem já punha os dedos em sua xaninha. Eu estava bem ao lado dela e via tudo acontecendo, mas os dois nem imaginavam quem eu era. Em um dado momento o da frente fez algo que ela deu uma afastada e deu uma empinadinha maior na bundinha. O homem de trás, que estava em ponto de bala se aproveitando disso, fez um movimento de quadril e encaixou a cabeça do pau no ângulo certo na portinha. Ela percebeu e ainda tentou fugir, mas já era tarde. Segurando firme na cintura da minha esposa e aproveitando a lubrificação, o homem iniciou a penetração, eu podia imaginar a cabeça do seu pau abrindo caminho entre os lábios da deliciosa bocetinha da Kate. Finalmente, pela primeira vez minha mulher estava sentindo outro pau em sua bocetinha. Sem a deixar escapar, o mulato foi metendo até colocar o seu pau todo, bem no fundinho da boceta da Kate. Como que testando a receptividade dela, ele ficou se mexendo com tudo dentro até que Kate já rebolava devagar no pau do estranho. Ele então, já dominando a situação, começou discretamente a fazer um vai e vem com seu pau, aproveitando cada centímetro do canal quente e macio. Dominada pela excitação, Kate nem pensava mais no risco de até engravidar de um estranho, pois estava agora abraçada com o homem da frente cuja mão já tocava sua bocetinha. Ficaram assim algum tempo enquanto eu assistia a minha mulher ser comida por um desconhecido até que ela jogou sua cabeça para trás e gozou silenciosamente. O homem, aproveitando o relaxamento do gozo dela, aumentou a velocidade das estocadas até que deu uma última cravada aproximando ao máximo sua glande da entrada do útero da Kate e parou, estremecendo e cerrando os dentes enquanto em jatos, seu pau despejava seu esperma. Ainda ficou ali mais um pouco agarrado na bundinha de minha mulher, sentindo o tesão da boceta quente e gozada. Quando saiu, a Kate fez menção de vir para o meu lado, mas o que estava de frente se juntou ainda mais e a agarrou de frente, levando a mão ao seu pau, que estava entre os dois. Vi ela e ele se falando, e pelo jeito, ele estava pedindo o mesmo favor que o seu companheiro tinha recebido, e percebi que ela não estava totalmente a fim, mas o pau desse era bem grande mesmo e pude ver de relance, que, mesmo de frente, ele conseguia colocá-lo entre as coxas da Kate com sobra. Ele começou a fazer a mesma manobra que o outro, esfregando sua glande entre os lábios, agora lubrificados pela porra do outro homem, até que deu uma afastada para trás e para baixo achando o ângulo certo que fez seu pau, ajudado pela lubrificação anterior, entrar inteiro de uma só vez, na bucetinha da Kate. Depois disso, ela sentindo o calor do tesão e a envergadura do pau que a comia, acabou deixando rolar e ficaram ali, agarrados um ao outro por uns bons minutos. 

O homem se mexia discretamente aproveitando o ninho macio em que seu pau estava atolado. Seus movimentos acompanhavam a música, sensualmente, enquanto a Kate também rebolava de leve. Vi quando ela o abraçou forte, desta vez sem esconder um gemido, gozando de novo. O homem, sentindo seu pau ser apertado pelos espasmos do gozo da minha mulher, não resistiu ao prazer e, empurrando o quadril para frente, enterrando seu pau ao máximo que podia explodiu em gozo, dentro da boceta da Kate. Deu para perceber que ele gozou longamente. A Kate me contou que o pau dele era bem grosso e que ela pode sentir seus espasmos enquanto pulsava, injetando sua porra nela. Segundo ela foram pelo menos cinco ejaculadas longas e muitas outras curtas. Eu só pude ver que o negro ficou longos e intermináveis segundos gozando na minha mulher. Aí, ele deu um longo beijo em minha esposa e se afastou. Ela então me procurou com os olhos e veio ao meu encontro. O rosto ainda afogueado pelas relações amorosas. Beijou-me e, pegando minha mão, levou até sua bucetinha inchada ainda pela excitação. Quando coloquei a mão espalmada ela deixou descer toda a porra dos dois desconhecidos que tinham enchido sua xaninha e já se espalhava pelas suas coxas. Fiz questão de ver a quantidade antes de espalhar em suas coxas e na bundinha, dando um beijo apaixonado em minha gostosa. Entreguei a ela a calcinha que estava em meu bolso, que ela colocou discretamente. Fomos para nosso carro e, lá, ela me mostrou com mais luz sua boceta, inchada e ainda cheia de porra, que molhava toda a sua calcinha. Foi uma das maiores loucuras que fizemos, mas ao chegarmos a casa, nem a deixei tomar banho. Só quem conhece sabe o tesão que é comer a boceta da esposa lubrificada e cheia da porra de outro homem. Gozamos juntos e garanto que foi uma das maiores gozadas de toda a minha vida. Depois dessa, fizemos outras festas, com mais segurança, mas não com menos prazer. Durante os anos em que estamos casados, a Kate já transou com muitos homens, amigos e desconhecidos, e continuamos apaixonados e cheios de excitação, um pelo outro.

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