segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Eu, ela e o colega na praia

Conto da Internet!!!!

Esse caso ocorreu mesmo. Já faz dez anos de nosso casamento, mas quando isso aconteceu éramos recém-casados. Minha esposa na época começou a trabalhar em uma firma de engenharia. Ela era, magrinha, bonitinha, inocente, o corpo e o rosto semelhante aos da atriz Ana Paula Arósio. Era feliz com a vida de casada. Até que começou a falar de um colega, que teria um sítio perto de uma praia de nudismo, no Litoral Norte de Salvador. Aquilo me intrigou, mas não levei a sério. Até que um dia ela me disse que o tal a amigo a convidou para conhecer o local e me chamou também. Ela falou para eu não me preocupar, porque ele também era casado e a mulher dele estaria também na praia. No sábado, nós nos aprontamos e pegamos a estrada. O amigo dela, um rapaz alto, corpo atlético, bem definido, nos recebeu na porta do sítio, dizendo que a mulher dele não fora, porque estava fazendo plantão. Não me importei com isso e fomos para a praia.
O dia estava nublado e na praia havia poucas pessoas. Ele nos explicou que aquela parte, próximo ao sítio, era uma praia normal, mas que mais adiante, cerca de um quilômetro depois, era onde começava a praia de nudismo. Ju, minha esposa, fez uma cara de safada e perguntou se ele ia muito nessa praia, ele então respondeu:
- Às vezes, mas geralmente só tem gente velha e não chama muito a atenção. Vocês querem ir? - perguntou, sendo que antes de minha esposa responder eu me adiantei e disse que não, muito obrigado. Ele riu e fomos tomar umas cervejas na barraca. Foi onde Ju retirou a canga e mostrou o corpinho bem definido em um pequeno biquíni. Eu fiquei olhando a cara do colega dela, que ficou vermelha, mas não disse nada. Ficamos conversando amenidades. Por volta de meio dia, já tínhamos bebido várias garrafas, quando a própria Ju disse que devíamos fazer uma visitinha à tal praia de nudista, ?pra gente dá risada? disse sorrindo. Como eu estava um pouco tonto e também alegre, concordei e fomos os três andando pela praia. Ela de biquíni e nós dois de bermuda somente.
Quando estávamos chegando perto da praia, o colega dela falou que ninguém poderia entrar vestido e que nós teríamos de ficar nus também, se quiséssemos penetrar no local, o qual tinha lá suas regras. Eu gelei, mas para o meu espanto, Ju concordou prontamente, dizendo que iria tirar a roupa primeiro. Eu não estava acreditando. Tirou a parte de baixo primeiro (!) e logo depois a de cima. Eu estava atônito, não sabia como explicar o fato de estar com minha mulher nua ao lado de um estranho. Eu não sabia o que fazer e, para não parecer que era um otário, também tirei a bermuda e a sunga, ficando todo envergonhado. Nesse instante, Ju disse toda safada: ?Alex, agora é a sua vez, também tire sua roupa!?. E aí veio o espanto geral: O sujeito tirou a bermuda e baixou a sunga de vez, revelando um senhor pau: todo cheio de veia, longo e grosso como de um touro. Eu fiquei gelado, e a Ju pasma, o rosto rubro de constrangimento, suspirando: ?incrível!?
Ele deu uma risada e mandou que a gente fosse andando para ver a praia. Nós tentávamos andar normalmente, mas a imagem daquela pica balançando não saía nem de minha cabeça e muito menos da dela. A media que andávamos, ficávamos batendo papo naturalmente tentando esquecer o acontecimento, porém o pau do cara ia endurecendo e ficando envergado, parecendo um mastro de um barco a vela. A situação ficou tensa, porque nada do que dizíamos fazia o pau dele amolecer, ao contrário, parecia mais empinado a cada momento. Eu olhava para um lado e para o outro, enquanto Ju não tirava o olho de cima da pica do sujeito. Quando estávamos chegando perto da praia, nós avistamos algumas pessoas, e todas ficaram sorrindo da cena: eu andando ao lado de minha mulher nua e um cara com uma pica enorme toda endurecida, como se fosse cassetete apontando pra todo mundo. Constrangido com a situação, perguntei diretamente se ele iria ficar assim. Ele respondeu que as vezes ?a coisa? amolecia, mas que ficou daquela maneira porque viu a Ju nua e depilada. Ele sugeriu que nós andássemos mais para a diante, porque haveria menos pessoas lá na frente e ele poderia tentar ?aliviar...?.
Andamos para além do pedaço onde estavam as pessoas, chegando a uma praia bem deserta. Ali, eu me vi numa cena bizarra, olhando ao lado dela para o pau do sujeito, impávido, duríssimo. O sujeito era exibicionista, e quando notou nosso interesse ele ficou mexendo no membro que parecia ter uns 23 cm, sem pegá-lo. Mexia no abdômen e o seu pau obedecia, subindo e descendo, até estremecer e endurecer totalmente. Ju estava hipinotizada. Não sabia o que falar e quando olhei para suas pernas, estavam completamente molhadas, parecia que estava tendo um orgasmo. Era a cena mais pornográfica que eu tinha visto. Minha mulher estava babando. O colega dela então falou que quando pau dele estava assim ele precisava gozar de alguma forma e aí começou a mastubar-se. Ju quase desmaiou com o que via, o cara batendo uma punheta naquela anaconda bem em na sua frente. Ela não agüentou e perguntou, sem olhar para mim, se poderia tocar no pau dele. Eu fiquei estarrecido, em estado de choque. Ele, rindo, disse para que ela ficasse a vontade. Ela não perdeu tempo e com a cara de sapeca foi até o cara e tocou na cabeça da pica dele, fazendo ela dar um pulo pra cima. ?Olha como ela se mexe?, disse ela sorrindo, pegando o pau de vez. Quando segurou a vara com as duas mãos, gemeu na hora, exclamando: ?que pau gostoso!?.
Eu não sabia o que fazer, ela parecia estar em êxtase segurando a vara do colega, que ficava dando risada. Aí ela se virou para mim séria e perguntou se poderia chupar a pica dele, afirmando que ?só assim ele poderia se aliviar e todos nós poderíamos andar a vontade?. Eu não sabia o que fazer e não disse nada. Ela então se ojoelhou na areia da praia e começou a chupar o mastro. A cabeça mal cabia na boquinha dela, mas ela se esforçava com volúpia, completamente despudorada. A cena era demais, o cara com o pau mais duro e grande que eu tinha visto, sendo chupado por minha jovem e até ali inocente mulher. Ela não agüentava e falava que era uma pica deliciosa e continuava a chupar com fúria, toda babada. Em certo momento, ele perguntou se ela já tinha tomado ?tapa de pica?. Ela respondeu que não. Aí o cara começou a bater o mastro no seu rosto fazendo ela gemer extasiada. Os ?tapas? se sucediam de um lado e de outro e cada vez mais forte . Então ele não agüentou mais e falou que queria sentir a ?garganta? dela, e enfiou a pica com força na sua boca. Foi um choque. Minha esposa recém-casada, com com um pau que parecia de uma jumento enterrado na boca. Eu quase ia socorrê-la, porque parecia que ela estava sendo estuprada pela boca, mas ela, mesmo engasgando, voltou a respirar e falou que nunca tinha gozado na garganta antes e aquilo tinha sido sensacional. O cara continuou a fuder a boca dela, e ela gozando como se fosse uma puta. Ele dizia coisas obscenas como ?chupa, putinha, chupa que ela é toda sua?. Às vezes retirava o pau, batia em seus lábios e olhava o cacete envergado, como admirando a própria proeza. Ela não sabia o que dizer, era um gozo só. Então, eu quebrei o gelo, e falei que era para ele gozar logo, porque ela não agüentaria mais, mas, para a minha surpresa, Ju respondeu: ?Agora não, porque eu vou gozar nesse mastro, custe o que custar; e você vai me ajudar?, e se levantou e mandou que eu segurasse ela pelo ombro, enquanto ela abria as pernas. O sujeito enterrou a estaca dentro de sua boceta de vez, fazendo ela gritar de dor e de prazer. Foram os minutos mais dramáticos de minha vida, porque o cara metia com força, e ela gozava a todo momento, gritando muito alto mesmo. O sujeito não se cansava e continuava a bombar, bombar, chegando as pernas dela ficarem bambas, de tanto gozar no pau dele. Eu olhava para os lados da praia, com medo de alguém está observando, mas para meu sossego não tinha ninguém.
Quando eu pensei que ia parar, ele retirou o pau dizendo que ainda não estava preparado para gozar, que precisava de mais. Como eu sabia que ela não gostava de sexo anal, resolvi me vingar e disse: ?meta então no cu dela?, pensando que ela iria pular para fora. Ledo engando, ela não só não gritou como abriu mais as pernas para receber a pica duríssima do colaga. Ele meteu devagar a princípio, Ju gritava, mas ele continuava metendo a vara nela. Quando ela começou a ficar mais aliviada, ele disse ?rebola nessa pica, para seu maridinho ver você gozar pelo cu?, e ela obedeceu e começou a rebolar. Parecia uma escrava sexual, tudo que ele pedia ela fazia. Aí, ele então mandou: ?Fique de quatro, agora, porque eu vou meter com vontade?. Minha esposinha já quase desfalecida ficou de quatro, eu ajudando ela para que não caísse, e vi quando o cara meteu a tora no seu cu. Foram momentos impressionantes, porque eu via aquela que nunca tinha gostado de fazer sexo anal, receber com todo prazer uma pica daquela arrombadora. Ela gozava tanto que começou a delirar: ?Que pica gostosa, como é bom dar o cu, como isso é bom...?. Depois de muita estocada, o colega dela puxou o pau pra fora (melado de sangue) e disse que iria gozar na cara dela. O sujeito gozou várias gofadas de esperma no rosto de minha esposa, nos peitos, na cabeça e ainda teve esguichadas passando pelo seu ouvido, indo parar a mais um metro de distância. O cara era anormal, e mesmo depois de alguns minutos após a trepada ele ainda estava com o cacete, que eu chamarei de ?pau-estaca?, em pé! 
Ele aproximou o pau da boca de Ju desfalecida e mandou ela chupar mais. Ela chupava como se estivesse dopada. Ele falou para ela, dando uns ?tapinhas? no seu rosto: ?Diga que você ama essa pica, vai, e se você fizer isso eu gozo outra vez na sua cara?. Que loucura, ela começou a dizer que amava a pica dele, mas ele queria que ela gritasse mais alto, aí então ela gritou: ?eu amo sua pica, porra, eu amo, eu amo...?. E o cara cumpriu a promessa, batendo outra punheta e gozando várias vezes ainda no seu lindo rostinho. Segundos depois, ele falou para mim: ?fique tranqüilo que agora ele vai baixar?, falou dando risada, deixando o pau em cima do rosto de Ju, até que o mastro ?se acalmou?. Ela balbuciou dizendo que nunca tinha gozado tanto na vida. Eu sugeri que ela fosse dar uma caída para se limpar, e nisso ela se levantou e, sem nenhum pudor, saiu andando segurando a pica do cara até o mar. Quando íamos saindo e passando pela praia onde estavam as pessoas, notei que todos nos observavam. Viam agora eu segurando ela quase desfalecida, e seu colega andando com o pau balançando, mas saciado. Sabiam o que tinha acontecido, só não sabiam que eu era o marido dela (ou sabiam?). Então, eu pedi para ele não dizer nada na empresa dela, para não prejudicá-la. Ele concordou, mas ressaltou rindo: ?Eu não falo nada, mas vou querer meter outra vez nesse cuzinho?, disse dando um tapinha na bunda dela, que sorriu como se concordando. Na ida de carro para Salvador, eu falei com ela que nunca mais iria em uma praia de nudismo e para ela não ter mais nenhum contato com esse colega. Ela concordou, dizendo que me amava, mas depois eu descobrir que ela não só voltou a encontrar com o cara, como fez minha irmã e a irmã dela, ambas casadas, outras duas vítimas do ?pau-estaca?, mas isso é outra história...

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Fantasia realizada





















Meu amigo negro é o macho da minha esposa

Conto retirado da WEB...muito bom!!!



Sou Marcio, comerciante, 31 anos, branco, 1,72 m e 69 kg, casado com Flavia, 30 anos, bem branquinha, loirinha, 1,68 m e 61 kg, muito gostosinha, estamos casados a 6 anos e não temos filhos por problemas de fertilidade minha. Conheci minha esposa na adolescência, éramos vizinhos e nossos pais eram amigos, ela era magérrima na época e era até zombada por outras meninas mais cheinhas, eu também nunca fui encorpado, estatura mediana, magro, muito tímido, mas jogava muito bem futebol e só não me profissionalizei por falta de apoio de meus pais que preferiram que desse prioridade aos estudos, eu era também muito bom na escola. Desde pequeno eu frequentava as quadras e campos de futebol e tinha um amigo negro chamado Jefferson que todos chamavam de Jeff, dois anos mais velho que eu, mas estávamos na mesma classe na escola, e jogávamos no mesmo time, ele não era bom nem na escola e mediano no futebol, mas era bem maior que eu e muito forte, e como eu era franzino e tímido ele me defendia caso alguém viesse com gozações para o meu lado, era mesmo um amigão. Após os jogos íamos ao vestiário para tomar banho e aí é que ele se destacava de todos os demais, e por isso era chamado pela molecada de “benga”, ”tripé”, ”jumentão”, pois tinha um cacete gigantesco. Tenho um pau muito pequeno e vendo o Jeff exibindo aquele monumento ficava até com complexo e nunca tirava meu short durante o banho, para evitar gozações. Ele me protegia de qualquer gozação, eu dava cola pra ele nas provas, e sempre dava bons passes pra ele fazer os gols durante o futebol, assim mantínhamos uma estreita amizade. Essas coisas tem tudo a ver com o que narrarei a seguir. Jeff mudou-se com a família, nessa época eu estava com 19 anos, e acabamos perdendo totalmente o contato. Casei-me com Flavia quando ela já tinha 21 anos e já não tinha nada mais de magricela, tinha se tornado uma bela mulher. Antes de casarmos ela teve alguns namorados e com um deles perdeu a virgindade. Eu casei virgem. Mesmo com meu pequeno cacete tínhamos uma vida sexual normal, pelo menos achávamos que tínhamos, até que a irmã mais nova que ela e que também era casada abandonou o marido e um bom conforto para ir morar na periferia numa casa bem humilde com um mulato e falava pra Flavia que agora estava feliz e realizada sexualmente. Quando eu soube disso imediatamente associei esse macho da minha cunhada ao Jeff. Notei que a partir daí minha mulher começou a ficar mais tesuda, já não sentia mais o mesmo prazer comigo, comecei a encontrar em suas coisas alguns endereços de sites com filmes pornô, todos com sexo interracial, geralmente negro de cacetes descomunais fodendo brancas, e algumas vezes depois de adormecermos após transarmos, eu via ela dirigindo-se ao banheiro e logo escutava seus gemidos abafados e depois soube que se masturbava imaginando estar no lugar das mulheres que via nos vídeos de negros submetendo brancas…comecei usar vários artifícios em nossas transas, meu cacete não a atraia mais, comecei intensificar o sexo oral, estimulava seu ânus, abocanhava seus seios, mas na verdade minha virilidade é bem pequena, não tenho pegada, meu apetite sexual não é intenso. Comecei a ter sonhos onde minha esposa era uma puta que só queria negros cacetudos para sacia-la sexualmente, e acabava acordando com meu cacetinho ejaculando loucamente… Tanto fantasiei essas coisas que parece que materializei, em setembro de 2009, saí da firma e fui tomar um Chopp, e quem encontrei? …isso mesmo, o Jeff… fazia uma semana que tinha voltado à nossa cidade e estava me procurando, queria muito me encontrar e saber como eu estava… fiquei radiante, tinha pensado nele todos esses dias, minha mais íntima fantasia era entregar totalmente minha esposa a ele, mas não tinha a mínima ideia de como realizar isso, e essa fantasia me alucinava… e agora ele estava ali à minha frente, ficamos naquela choperia algumas horas, ele me contou que estava casado, mas não era feliz sexualmente, e chateado dizia que com aquele cacete imenso a esposa reclamava de dores e até mulheres da zona tinham negado sexo a ele. Contei a ela que havia casado com Flavia e ele logo perguntou: a magricela? Disse que sim, mas que agora ele não a reconheceria,... convidei-o para ir em casa com sua esposa, e ele disse que era difícil tira-la de casa pois tinham 3 filhos pequenos que davam muito trabalho…era uma sexta-feira, eu não podia perder essa oportunidade e disse vamos ver o nosso time jogar amanhã cedo e depois tomar alguma coisa, felizmente ele topou imediatamente e no dia seguinte após o jogo nos dirigimos à minha casa, antes pedi que Flavia nos preparasse uns petiscos que eu levaria um amigo que ela também conhecia, ela quis saber quem mas eu disse ser uma surpresa…Ele estava com um chinelo havaiana e um short bem solto, estava na dele, jamais imaginava minhas intenções, mas eu estava numa ansiedade enorme, toda a grande admiração que tive por ele estava ali mais forte do que nunca, e eu sabia exatamente onde queria chegar, e para isso minha mulher teria que sentir alguma atração por ele, pois nenhum dos dois poderia sequer imaginar minhas intenções….por varias vezes imaginei e desejei ter o Jeff em nossa cama para ama-la e fode-la como ela merecia e necessitava…adentramos a casa e eu tremi quando vi Flavia na cozinha e fiz um sinal para Jeff me seguir, e vi o olhar de espanto e surpresa quando minha mulher disse: “você?”, o Marcio me disse que ia trazer um amigo, embora sempre soube que ele te considera o melhor amigo dele, mas nunca mais o vimos!!…se cumprimentaram com beijinhos, e ele mostrando toda sua forte personalidade de macho logo foi elogiando-a: “teu marido me disse que eu não ia reconhecê-la, realmente, que transformação maravilhosa, aquela magrelinha tornou-se uma linda e exuberante mulher”…minha esposa corou na hora agradecendo, notei seus olhares fixos um no outro e isso me agradou demais, a primeira impressão é a que fica, não poderia ter sido melhor…eu tinha um plano em mente, tanto que havia providenciado algumas cervejas sem álcool, minha mulher sabe que depois de umas 4 cervejinhas estou tontinho, sentei no sofá da sala e logo minha esposa sentou-se ao meu lado e deixei a poltrona bem à frente para o Jeff, tudo melhor que eu havia imaginado, com aquele short de futebol que ele vestia se estivesse sem nada por baixo seria uma verdadeira obscenidade, e sabendo o jeito descolado dele eu sabia que ele não estava nem aí se aparecesse alguma coisa, além do que, intimamente ele tinha consciência que sua personalidade forte dominava totalmente a minha, e que eu não faria objeção a qualquer atitude dele, como nunca fiz. Sem imaginar o que se passava em minha mente minha mulher sem querer colaborou, vestia uma blusinha bem leve, sem nada por baixo, uma sainha bem solta na altura dos joelhos, deixando à mostra o que ela tem de mais lindo que são suas pernas, Jeff não conseguiu disfarçar a forte atração que teve por minha mulher, não tirava os olhos dela, enquanto ela ia e voltava pra sala trazendo os petiscos. Fui até a cozinha e lá peguei uma das minhas cervejas (sem álcool) e enchi o copo de Jeff com cerveja comum, demorei um pouco e de lá podia ver os olhares gulosos do meu amigo para o corpo de minha deliciosa esposa, senti um excitação incrível ao notar isso, notei também minha mulher um pouco embaraçada, com certeza percebeu a gula com que estava sendo observada… logo estávamos sentados como eu havia planejado com Jeff bem à nossa frente, e logo pudemos ver que ele não tinha mesmo nada por baixo do seu short e aquela enormidade que eu bem conhecia estava solta embaixo do tecido, Flavia impacientou-se, eu sabia que ela também havia notado algo e a incomodava, conforme nossas conversas foram se tornando agradáveis ela também pegou um cálice de vinho do porto e lentamente foi bebericando, num determinado momento Jeff perguntou à Flavia sobre a irmã dela que ele até chegou a paquerar quando ainda adolescente, minha mulher surpreendentemente não escondeu nada, contou que ela havia fugido com um amante negro, foi morar num casebre da periferia, mas estava feliz… meu plano chegava ao momento que eu tanto queria, peguei mais cervejas e tomei duas quase seguidas na frente deles e minha mulher me advertiu carinhosamente “olha amor”! Você sabe que não aguenta beber assim! “fui fingindo que estava ficando embriagado", minha mulher sabe que durmo e ronco quando tomo algumas a mais, Jeff foi pegar mais um salgadinho na cozinha e quando afastou o inevitável aconteceu, e ele viu as latinhas de cerveja sem álcool que eu estava tomando, ele voltou todo faceiro para juntos de nós já sabendo das minhas intenções, mas não falou nada, se sentou na poltrona se ajeitando e metade do cacete negro ficou exposto, extasiei-me com o visual, parecia ainda maior do que eu via em nossos banhos, logo olhei pra Flavia que não conseguia tirar os olhos de lá, Jeff como se nada tivesse acontecendo perguntou onde estava o banheiro e minha mulher indicou o lavabo que fica num hall na mesma sala em que estávamos aí fingi que adormeci mesmo, e de olhos cerrados ouvi Flavia dizendo a ele que era só eu beber um pouco a mais que eu dormia assim pesado… onde eu estava podia ver a sala toda, vi Jeff voltando e sentando no mesmo lugar que estava minha mulher levantou-se e foi pegar o copo dele para enchê-lo novamente, ela também estava um pouco alterada pelo vinho, e quando se aproximou mais dele ficou entre mim e ele, eu sentado fingindo dormir e ele sentado, seu instinto de macho percebeu que ali tinha uma fêmea no cio, o ouvi pedindo (praticamente ordenando) pra ela ficar ali mesmo em pé como estava eu não podia ver os rostos deles, o ouvi sussurrando: ”ele não te faz feliz” e ela respondeu baixinho que era muito feliz ao meu lado, e novamente ele sussurrou: “não é dessa felicidade que estou falando, é daquela que tua irmã está tendo, e essa felicidade eu tenho e muito pra te dar, é essa aqui, veja!” minha mulher não se movia, só vi pela posição de sua cabeça que estava hipnotizada vendo aquilo que ele havia tirado do short, como eles não me podiam ver arregalei os olhos e pude ver parte de algo gigantesco, que não parava de crescer e enrijecer, finalmente ouviu Flavia dizer: “é lindo, maravilhoso, forte, enorme, poderoso, mas, por favor, guarda isso!”… ele parece que nem ouviu, baixou ainda mais o short, nessa hora eu emiti um ronco pra ela saber que eu não acordaria tão cedo, ela ainda paralisada com o que via e para meu regozijo agora eu podia vê-lo por inteiro. Só o tinha visto em estado de flacidez, e ele ainda não era nem adulto, estava muito mais potente e poderoso que eu poderia imaginar, hoje sei que mede 28×5,5 cm, e tem os culhões proporcionais a essas dimensões, Flavia só pedia, por favor, não faz isso, aqui não, ele pode acordar! e ele com toda a soberania de um macho que sabe o terreno em que pisa, empunhando aquela ferramenta poderosíssima, disse:” isso aqui só não será teu se você não quiser, e não será teu maridinho que me impedirá de tê-la quanto e quando eu quiser, e você saberá o porquê estou dizendo isso! ”quase gozei ao ouvi-lo dizendo essas coisas, ele estava sendo melhor do que eu imaginava, e soberanamente continuou :”você terá que decidir agora, nesse instante, se me obedecer vai ser minha, saberá o que é a verdadeira felicidade que uma fêmea pode ter com um macho” minha mulher interrompeu ;”por favor não faz isso! ”ele sabendo ser o dono da situação apostava que Flavia já havia perdido totalmente o controle, que estava hipnotizada pelo poder daquela haste negra, e não se negaria a obedece-lo, eu alucinado queria dizer a ela que obedecesse logo, em tudo o que ele quisesse que, por favor, ela o deixasse enfiar aquele cacete todo dentro dela naquele mesmo instante e todas as outras vezes que ele desejasse, mas tive medo de por tudo a perder, a decisão tinha que ser dela, pra eu poder ter toda a certeza que ela cedeu totalmente aos desejos daquele macho e assim poder iniciar uma relação duradoura… contive-me, esperei… foram segundos angustiantes, o vi alisando aquela enormidade, e ouvi-lo:” fique tranquila, nada vai acontecer aqui e agora, não vou tocar um dedo em você, mas a decisão é tua, se você quiser ISSO AQUI pra você, levante agora a parte da frente da tua saia, bem lentamente, mostra pausadamente tudo o que tem pra me dar “… meu coração quase parou, tive ímpetos de me jogar aos pés dela pra ela ceder, e agora sem Fôlego, com meu coração aos pulos, a vi curvando lentamente seu corpo pra frente, pegou a barra da saia e lentamente foi ficando ereta, quanto mais se erguia mais a cortina do pudor desnudava-se diante dele, ouvi os quase inaudíveis gemidos dele a cada parte de suas pernas e de suas coxas que aparecia, ela fitava sem desviar o olhar a poderosa ferramenta e ele as deliciosas coxas dela, ele agora queria mais:” me dá tua calcinha, vou leva-la comigo!”ela nem esboçou reação, só disse:” tire ela pra mim, por favor!”“, quase enlouqueci quando a ouvi dizer isso, Jeff lentamente arriou a calcinha dela até os pés, ela pela primeira vez na vida mostrava sua buceta a um verdadeiro macho, que só faltou relinchar como um garanhão quando viu a égua que estava ali à sua disposição… eu estava adorando a forma com que ele dominava minha esposa, e o quanto aquele cacete descomunal a descontrolou, a ponto de fazê-la obedece-lo daquela forma, ela nem parecia lembrar que eu, seu marido estava ali, a menos de 2 metros deles, e permanecia com a saia levantada expondo suas deliciosas coxas e sua buceta para o macho, e isso me dava um prazer enorme... Para meu deleite e para alucinar totalmente minha mulher ele agora empunhava aquela enormidade com as duas mãos e ainda sobrava cacete, meu pequeno cacetinho explodia de tão duro, e ele resolveu ousar um pouco mais e disse: “quer senti-lo?” e Flavia, ”por favor,  aqui não!” e ele: ”só perguntei se quer senti-lo, se quiser adiante-se um pouco… ”mas e ele?” referindo-se a mim….”deixa ele comigo, sei o que estou dizendo” ... tive vontade de empurrar minha mulher pra cima dele, mas ao mesmo tempo me excitava muito mais vendo-a obedece-lo por vontade própria… alguns instantes indecisa ela deu um passo a frente, seus joelhos estavam entre os joelhos dele, seus seios ainda cobertos na altura do rosto dele e ele :”que cheiro delicioso de fêmea você tem, meu tesouro!”… ouvi um suspirar profundo dela ao mesmo tempo em que estarrecido vejo aparecer entre as pernas de minha esposa a cabeça rombuda daquele poderoso mastro negro, meu coração acelerou, fiquei até meio zonzo diante de tanta magnitude, e pensei que um macho poderoso como aquele tem que ter a fêmea que quiser e na hora que quiser, não tendo namorado, noivo ou marido que possa evitar isso… enquanto eu não conseguia tirar os olhos daquilo que também me hipnotizava fui ouvindo Flavia sussurrando pausadamente: ”é enorme… potente… grosso demais… lindo!” eu já estava alucinado de tanto tesão, pensava em dizer à ela que cedesse totalmente, porque aquele era o macho que sempre sonhei que ela tivesse, que desde minha infância eu sonhava em vê-lo naquele estado de ereção e de pujança em que se encontrava naquele instante….mas novamente me contive, pra minha fantasia ser totalmente realizada eu pressenti que tinha que me conter, eu não queria ver simplesmente um macho potente fodendo minha mulher, eu queria muito mais do que isso, eu queria que aquele meu amigo de infância, meu “protetor”, que me defendia de gozações e de humilhações de outros adolescentes e que sempre admirei, quase um ídolo meu, causador de alguns complexos meus, sem nenhuma intenção por parte dele de me inferiorizar, mas por sua forte presença física e personalidade, além é claro daquele cacete majestoso, que mesmo em sua flacidez ia quase aos joelhos e que ele exibia soberanamente durante os banhos em nossos vestiários, eu queria que esse macho específico tivesse a minha mulher, e exatamente da forma que estava acontecendo naquele momento, ele se impondo, naturalmente dominando-a, vê-la no primeiro dia reconhecer o macho que a realizaria plena e totalmente como fêmea, era desse e somente desse macho que eu queria ser corno, muito corno, por isso não podia interceder, pra não perder a naturalidade da conquista, para que sua ousadia fizesse ela perder todos os seus controles e ali, na minha frente ceder aos desejos intensos que ele despertou nela…eu queria que a posse se iniciasse rapidamente, mas curtia a lentidão da conquista e da entrega…ela foi despertada por ele que disse: “quer continuar assim, ou quer parar?” ela virou a cabeça pra trás onde eu estava, emiti um leve ronco, e imediatamente a ouvi: “deixa assim... por favor, deixa assim!”... e ele : ”levante a frente da blusa, me mostra teus peito, está, sempre assim, sem nada por baixo, é?” e Flavia: “você notou! só fico assim em casa!” e rapidamente levantou a blusa, eu adorei ouvi-lo: “nunca vi tão lindo…esse teu corpo precisa de macho bem mais potente do que está tendo” e pra minha loucura ela disse: “sim, precisa!”... meu cacete começou a melar enquanto ele foi dizendo: “não se preocupe com teu marido, com ele me entendo eu, você agora é minha, e só minha, vai ser nesse cacete preto que está entre tuas deliciosas pernas que você vai gemer e chorar, se conseguir suportar dores vai ter os prazeres mais loucos que jamais imaginou ser possível!” e ela: ”tenho medo! e ele “do teu marido?” e maravilhado a ouvi: ”não da dor... ele é enorme... sou pequena por dentro” …”e do teu marido, não tem medo?”… ”você disse pra eu não me preocupar com ele!”…” isso mesmo, você é minha, confie no que digo!”…ele começou a lambe-la nos peitos e abocanha-los e ela estava ficando cada vez mais maluca, ele enlaçou-a em seus braços pela cintura e seu rosto apareceu em minha frente, me surpreendeu com os olhos arregalados e com a mão no cacete vendo tudo o que faziam… só eu me embaracei, sem saber o que fazer, ele simplesmente sussurrando ordenou à minha mulher que fechasse os olhos e não olhasse pra trás de forma alguma, sabendo do poder que exercia sobre mim, me olhando diretamente nos olhos puxou minha mulher para mais junto dele, seus corpos colaram fortemente, ele me olhando nos olhos fez com meu olhar submissamente baixasse e se dirigissem ao seu imenso cacete preto, que agora aparecia metade entre as pernas de Flavia, ela suspirava fortemente abraçada por Jeff,  enquanto as bolas enormes do saco eram pressionadas entre suas coxas… estava sendo demais para mim, meu coração disparou, minha íntima fantasia acontecia e agora ele sabia que eu aceitaria todo seu domínio passivamente… quanto mais ele ousava e se impunha mais ela se entregava e esquecia de minha presença e isso me excitava ainda mais… por instantes receei que ele me ordenasse sair da sala, para dominar e foder minha esposa como bem quisesse, e como ela necessitava ser fodida, mas ele captou meu receio e tudo o mais que se passava em minha mente….ele levantou-se de onde estava, seu porretão saiu de entre as pernas de Flavia, apontando para o alto e pulando em todas as direções, para desespero dela e meu ele tentava em vão guardar aquilo sob o short, e baixou a frente da saia e da blusa que tinham permanecidas erguidas até aquele instante, e nesse momento percebi o quanto ela o obedecia, pois perguntou se já podia abrir seus olhos, ele autorizou, mas vetou que ela olhasse pra trás, ele Perguntou onde era o quarto de casal e dirigiu-se pra lá, minha esposa não ousou olhar pra trás nem nesse momento, ele permaneceu por lá uns 3 minutos, voltou, beijou pela primeira vez minha esposa na boca e ela correspondeu totalmente… a seguir ele veio em minha direção, eu fingia dormir profundamente, ele me pegou pelas axilas, levantou-me e me carregou em seu colo para o nosso quarto, ele tinha feito algumas alterações ali, a poltrona que ficava próxima à cabeceira da cama ele havia deslocado para o pé da cama num canto mais escuro do quarto, mas próximo à cama, me colocou sentado ali e disse sussurrante: ”continue bem adormecido, você terá o melhor sonho da tua vida!”.. Acendeu a luz de um abajur junto a cama deixando-a iluminada enquanto meu canto ficou numa penumbra, bem escura e cada vez mais eu admirava sua soberania nas atitudes, ele queria que eu visse e ouvisse tudo o que aconteceria, meu único receio agora era Flavia se amedrontar e desistir de tudo, mas logo a seguir vejo-a adentrando nosso quarto trazida pelas mãos por Jeff ,ela só disse:” que loucura, isso é loucura!” ou dizer” o que está acontecendo comigo?” ele ouvindo-a dizer essas coisas notou o total descontrole dela e isso o excitou ainda mais…o cacetão dele estava sob o short, bem mal coberto por sinal, pois ele estava em semi-ereção,e ele ordenou:” fique diante do abajur…vai tirando toda tua roupa…bem devagar…comece por cima…pra eu ver esses peitos maravilhosos da minha fêmea…” Agora eu estava bem confortável, no escuro sem poder ser visto eu via minha esposa expondo seu corpo, atendendo a todas as ordens daquele que seria seu macho, único macho… ela só perguntou mais uma vez, se eu acordasse ela poderia ficar tranquila quanto à minha presença e ele confirmou totalmente… ela então se tornou extremamente sensual ao despir-se e ficar totalmente nua diante dele… ele em retribuição à sua obediência e sensualidade tirou sua camiseta e seu short e expôs aquela aberração da natureza em estado de ereção plena e total... eu mesmo que já o conhecia jamais imaginei que pudesse chegar àquele tamanho descomunal…ele ficou em pé diante dela, e olhando detalhadamente o corpo de minha esposa comento: “linda…macia…cheirosa, deliciosa... perfeita!” fez ela girar seu corpo para olhar seu traseiro, nesse giro ela ficou de frente pra onde eu estava, mas ou não me viu ou ignorou minha presença achando que eu realmente dormia, estava dominada, era só dele, continuou expondo sua maravilhosa bunda ao macho, e ele não conteve elogios :”que traseiro!!…que ancas apetitosas! que bunda deliciosa!! que fêmea maravilhosa!!” ela sentou-se na cama de lado para mim, vi que ela olhava fixamente aquele cilindro preto majestoso, que a fez sussurrar :”isso não existe…não pode existir…acho que estou sonhando... vendo coisas!” e ele totalmente senhor da situação falou: “existe e será todo teu…é só me obedecer como fez até agora…e você terá ele todinho em você” meu pauzinho quase explodiu nesse momento e a ouvi: ”não posso… não vou suportar... é gigantesco demais…amo meu marido... ele me ama também... preciso respeitá-lo”... Pela primeira vez ela se lembrou da minha existência, mas eu não queria ser respeitado, eu queria é que ela fosse uma puta para aquele macho que sempre admirei. Jeff meu amigo, estava ali no meu quarto, junto à nossa cama de casal e minha esposa cada vez mais alucinada por ele… Ele notou certa indecisão em Flavia, ameaçou ir embora e quando chegava à porta do quarto escutou-a, “por favor... fique” o cacetão continuava em estado de ereção total, e ela falou: ”eu quero…quero muito”... Lentamente ele voltou, conforme dava um passo o cacetão balançava e parecia crescer ainda mais, ficaram frente a frente, ele levantou-a da posição em que estava sentada e suas bocas se colaram famintas, sequiosas, num beijo guloso e beijar é uma coisa que minha esposa é fantástica, o beijo durou minutos e ganhava mais desejo e sensualidade, ele foi posicionando-a de uma forma que eu pudesse ver seu poderoso instrumento sendo alojado entre as coxas de minha mulher e a cabeça enorme aparecer do outro lado, abaixo do ânus, eu sentado no escuro do quarto delirava de prazer, queria muito ver os próximos passo, mas eles se curtiam e não tinham pressa, ela nunca foi cortejada com tanto desejo e volúpia estava totalmente descontrolada pelo poder sedutor do macho, eles ainda estavam colados no beijo e eu ouvia seus gemidos de prazer abafados dentro da boca dele, ele carinhosamente com suas mãos envolveu o rosto de Flavia, descolou do beijo e sentou-a na beira da cama, seu potente e robusto cacete negro ficou diante do rosto dela, e ele falou:” você está proibida de olhar na direção do teu marido, como se ele não estivesse aqui, agora, sinta o gosto e o cheiro de um macho de verdade, sinta o sabor daquilo que te desvirginará, que te fará mulher total..” o cacete estava imenso, minha mulher extasiada segurou-o com as duas mãos, sobrava ainda um cacete do tamanho do meu e bem mais grosso, aproximou sua boca da glande gigantesca, tocou-a com a língua, ele gemeu ao contato, ela excitou-se ainda mais porque viu que ele gostava, o sabor e o poder da verga inebriou-a e ela agora lambia toda a extensão, e voltava tentando abocanhar a cabeça, alucinado vi minha mulher sem tirar sua boquinha da potente pica ir deixando seu corpo descer ao lado da cama para ajoelhar-se diante dele, em total submissão, mas com gula total ,ela olhou pra cima pra ver as expressões de seu macho e ficou extasiada com o que viu, os olhos dele cerrados e aquela expressão de prazer imenso... aí ela caprichou, abriu bem a boca para envolver tudo o que pudesse da glande e sua língua começou a passear no cabresto, por baixo da cabeça, Jeff viu que não controlaria mais, mesmo assim heroicamente segurou a ejaculação, e deitou minha esposa na cama, ela sussurrou: ”não quer fazer na sala? em outro lugar da casa? aqui é nosso leito conjugal!” pra minha felicidade ele respondeu: “tem que ser aqui, nessa cama, onde você pensa que já teve algum prazer, mas verá que só passou vontades e frustrações, hoje será mulher, ou melhor, será fêmea de um macho!” Flavia ainda argumentou:” pensei que você respeitasse mais teu amigo” e ele disse: ”é justamente em respeito a esse meu amigo que eu vou realizar sexualmente a esposa dele, você ainda entenderá isso! Parece que era o que minha esposa necessitava ouvir, a partir desse momento ela foi liberando-se, ele puxou-a para a beira da cama,  com a buceta virada em minha direção, ele posicionou-se de lado para que eu pudesse ver toda a extensão de sua verga poderosa, foi agachando seu corpo e direcionando a glande para a entrada da bucetinha de Flavia, ele fez um sinal para eu me aproximar por trás dele e assim poder ver bem de perto o início da penetração, aproximei-me e senti o calor e o cheiro que emanava daquele poste preto, não nego, gostaria de lambe-lo, pude ver também que a buceta de minha esposa já estava molhada pela excitação, e quando a cabeça tocou seus lábios vaginais ela envolveu-a com as duas mão para sentir sua grandiosidade, e sussurrou:” por favor, não me magoe... é enorme…não sei se suporto..” ele enlouqueceu-a ao dizer: ”estou te querendo demais…como nunca quis outra... jamais te magoarei..! e ela: ”quero muito... tenho medo da dor... que me rasgue toda!”...  e Jeff: ”sempre comandei o ato…mas hoje deixo pra você saber até onde suporta…só te digo que quanto mais suportar mais prazer e mais fortes serão teus gozos... eu estava ajoelhado no chão atrás dele vendo aquele cacetão descomunal na entrada da bucetinha de minha mulher e aqueles saco com bolas enormes bem diante de minha face, escutando o que diziam e ouvi um suspirar forte de Flavia quando vi a glande gigantesca alojar-se entre os lábios vaginais de minha esposa e ali desaparecer, o corpo dela estremeceu completamente, estava começando a penetração mais desproporcional e excitante que eu vi em toda minha vida, a cabeça imensa alojada esticava completamente a abertura vaginal de Flavia, e ainda tinha mais de 20 cm de pica para serem introduzidos, embora eu quisesse muito que ela suportasse tudo não acreditava ser possível... Meu sonho de ver minha esposa sob o jugo poderoso de Jeff realizava-se da forma mais linda que poderia acontecer, o macho Jeff, o palco: nossa cama de casal, onde eu jamais a realizaria... Poderia ser melhor?... A glande toda alojada, e agora via com o coração aos pulos uma das mãos dela acariciando a parte externa da coxa dele, era o sinal que Jeff esperava pra empurrar mais uns 3 ou 4 cm de poder negro pra dentro daquela buceta branca submissa,  ela gemeu mais alto, sua mão parou de alisar a coxa dele e a outra mão veio de encontro à haste negra, grossa e potente, dando um contraste maravilhoso de cor de pele e de dimensões, a mãozinha ficava bem pequena naquela verga descomunal, sua mão percorria toda a extensão da haste robusta ,e ela sussurrava: ”é enorme… gigantesco… potente... de arrasar!” e enquanto sussurrava sua outra mão voltou a alisar a parte externa da coxa dele e mais um tanto de pica foi empurrado pra dentro daquela pequena buceta... ela gemeu mais alto e mais gostoso ainda…ela estava sendo maravilhosa, valente e corajosa, já tinha metade daquele cacete cavalar enterrado nela, e eu ficava louco vendo cada passo daquela penetração que parecia ser totalmente impossível, eu delirava e queria que ela suportasse tudo, eu sabia que se ela servisse plenamente a ele, teríamos um macho em nossa cama durante muito tempo, ou até definitivamente, me veio uma vontade enorme de lamber aquela haste enorme que naquele instante fazia minha esposa gemer e chorar de dor e prazer, e aos poucos vejo um novo deslizamento, e novos e mais excitantes gemidos dela, e pensei como seria maravilhoso se eu pudesse entrar ali embaixo e lamber tudo, os lábios vaginais totalmente distendidos dela, a haste negra grossa e poderosa que ainda restava pra fora e aquelas bolas gigantescas daquele saco escrotal poderosíssimo e inseminador... Enquanto eu pensava observei mais um aprofundamento da verga ,restava apenas uns 6 cm, e Flavia suplicou :”por favor... devagar agora…vai me arrebentar... tá forte no fundo... ”achei que dali não passaria mais, infelizmente, pois eu adoraria que ela o engolisse até a raiz… mas Jeff, o macho, estava determinado a conhecer o limite dos limites de sua nova fêmea, permaneceu pressionando o fundo da minha ex-bucetinha e Flavia ir dizendo: ”me tomou toda….tá empurrando o fundo… nunca senti algo tão forte… Que demais… mas é maravilhoso!! ele continuou a pressão e foi vendo as feições de minha esposa irem se transformando do sofrimento ao prazer de servir seu macho numa posse tão absurda e aberradora… incrédulo vi os quadris dela movimentando-se lenta e circularmente, sentindo todo o poder contido naquela verga cavalar, mais alguns lentos movimentos dela e a vi agarrando-se aos braços dele, e tendo um primeiro e longo orgasmo de sua vida, e estatelou-se na cama…Jeff continuou imóvel, pressionando fortemente o fundo, e disse: ”hummmm, como goza gostoso essa cadelinha!! Mela-se toda no cacete do macho!! Hoje você vai perder totalmente a virgindade, vai se tornar mulher… vai gozar até não aguentar mais!” ele ia falando e Flavia foi se restabelecendo do estado que ficou após o forte orgasmo, ele notou seu restabelecimento e voltou a forçar o fundo, ela voltou a gemer, a pressão aumentava mas não ia mais, a pressão foi intensificada e minha esposa gemendo loucamente e alucinada voltou a fazer movimentos circulares de quadris, logo estava novamente agarrada nos braços dele e tendo outro orgasmo muito mais forte que o anterior, agora ela estatelou-se quase desmaiada, e fiquei doido ouvindo-o dizer que ela era muito fêmea, que ela goza esporrando-se toda, que fêmea assim necessita de macho insaciável… eu nem acreditava no que ouvia, era demais pra mim o que estava acontecendo, nem o mais otimista dos meus sonhos isso seria possível, Jeff estava ali, com sua tora poderosa quase totalmente enterrada em minha mulher, que gozava cada vez mais intensamente, se entregando ao macho em nossa cama, sem maiores preocupações com minha presença, e mais incrível é que isso me alucinava de tesão... por duas vezes mais Flavia gozou naquele cacete descomunal, até que Jeff decidiu intensificar totalmente a pressão no fundo, e finalmente conseguiu introduzir mais cacete na judiada buceta de minha esposa, agora apenas uns 4 cm restavam, estarrecido e alucinado ouço gritos guturais de minha mulher, assustei-me mas logo vi que era um orgasmo fantástico que se apoderou dela, e soube que não era apenas mais um tanto de cacete que havia entrado, ele descarregava uma torrente enorme de porra dentro dela, as bolas estavam gigantescas ,tinha muita porra que ele havia acumulado durante aquelas horas de ereção total que esteve ali, e minha esposa urrava de prazer e dizia estar sentindo as golfadas fortes e fartas no fundo, perdeu os sentidos por alguns instantes durante o orgasmo mais arrasador que tinha tido até então… quase desmaiei também, sem tocar no meu cacetinho ele esporrava sem parar…saí dali onde estava e fui novamente para o canto escuro que Jeff providenciou pra mim e fingi dormir... minha mulher aos poucos restabelecendo-se dos gozos alucinantes que teve, ainda totalmente nua em nossa cama, lembrou de minha existência ,e olhou em minha direção e comentou com seu macho que eu ainda dormia, ele ficou em pé ao lado da cama e ordenou que minha esposa limpasse todo seu enorme cacete que ainda estava incrivelmente volumoso e duro, inicialmente constrangida, nunca havia lambido porra, iniciou lambendo, mas aquilo havia proporcionado à ela o maior prazer de toda sua vida fazendo-a gozar como uma devassa, lambeu, sugou sofregamente todo o cacete, ajoelhou-se submissa diante dele e foi lamber a base do mastro e suas bolas que haviam entupido sua bucetinha de porra…Jeff soberano diante da submissão dela foi dizendo: “ você precisa e merece macho com muito cacete pra te dar… e agora você tem esse macho…ainda hoje, durante essa noite teremos nossa lua-de-mel… vou passar a noite toda com você nessa cama… quando eu for amanhã cedo você não terá mais nenhuma dúvida de que tem um e único macho que será sempre teu dono!! não era possível que eu ouvia aquilo, eu devia estar delirando, mas logo o ouvi dizer :”agora vou até em casa... Antes de anoitecer estarei de volta… pra você saber o que é uma noite de prazer… agora deita nessa cama e fique com as pernas abertas. vou acordar teu maridinho pra ele lamber essa buceta pra ele sentir o cheiro e o gosto do macho que agora é o dono da esposinha dele” ... disse isso, vestiu seu short e camiseta, veio ao lugar que eu estava, fingiu que me acordou, apoiou uma das mãos em me ombro e me dirigiu para junto da cama onde minha mulher estava deitada de pernas abertas como ele ordenou ,e falou :”entrei aqui no quarto e tua esposa delirava, dizendo que um macho negro, como aquele que fode a irmã dela, esteve aqui e fez ela tornar-se mulher definitivamente... Sente o sabor do macho nela e depois me diga o que achou desse sonho maluco dela… mais tarde eu volto pra saber o que você tem a me dizer!”... falou e saiu do quarto ainda semi-escuro, Flavia ali deitada com as pernas abertas e com a buceta escorrendo porra do macho, olhava em meus olhos, sem dizer absolutamente nada, comecei a me despir, expus meu cacetinho que agora tinha tornado-se totalmente insignificante diante dela, mansinho e obediente como todo bom corno tem que ser, ajoelhei-me ao lado da cama, ela ainda me olhava nos olhos num misto de tesão e apreensão, com as duas mãos abri seus lábios vaginais, seu buraco estava avermelhado, os lábios vaginais dilatados, muita porra a lhe escorrer, em filetes a porra saia e acumulava-se no lençol formando uma poça, eu estava num tesão incrível, meus olhos vendo a buceta aberta e dilatada expelindo porra de macho, meu nariz sentindo o cheiro de sexo e de macho, fui curvando meu corpo e quando meus lábios tocaram seu sexo tivemos algo parecendo um choque, seu corpo vibrou todo, e eu inebriado pude sentir o gosto do meu amigo de infância, do meu protetor, do meu ídolo e que agora era o macho da minha esposa, macho da nossa casa... fui lambendo, saboreando, o corpo dela tremia e ela gemia de prazer, eu, seu maridinho corno ficava cada vez mais frenético, obedecendo as ordens deixadas pelo macho, chupando e engolindo toda a porra que ainda ia saindo da buceta e escorrendo por suas coxas, até me deparar com a poça do líquido reprodutor do macho de minha mulher, me sentia um corno, puto e vadio e isso me excitava e me levava à loucura... Flavia notando minha obediência e submissão ao que Jeff havia ordenado já arriscava sussurrar algumas coisas como... ”tá gostando amor?”... eu só ia confirmando que sim com a cabeça, sem parar de lamber, saborear e engolir porra, e ela sussurrando...” mais que loucura é essa! Alucinação maravilhosa!!… um macho!!… pleno, forte potente, me tomou toda… entrou em mim… nos meus sonhos… me fez sentir dor… prazer… me levou ao delírio!!”... eu gemia de prazer em sua buceta enquanto ela dizia essas coisas, abri com meus dedos seus lábios vaginais para ir buscar mais algum resquício do semêm do macho,  e maravilhado vi que ainda tinha ali uma quantidade enorme daquele poder em forma líquida e viscosa, meu pau não ejaculava mais, apenas escorria, como é natural nas fêmeas, e essa forma de gozo me fez sentir o maior prazer da minha vida até aquele momento, enquanto minha esposa obtinha um forte orgasmo ao notar a sofreguidão com que eu degustava e engolia avidamente a porra do seu macho… Levantei-me de onde estava e deitei meu corpo sobre minha esposa, o pintinho melado todo murchinho, nos beijamos apaixonadamente, por longos minutos, não falamos nada, qualquer palavra poderia destruir o encanto dos nossos delírios, intimamente e realmente sabíamos que aqueles sonhos e delírios eram uma maravilhosa realidade… adormecemos, sabendo que naquela noite tudo se repetiria, só não imaginávamos, ainda, a intensidade do inenarrável prazer que sentiríamos.