quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Convenci minha mulher a dar para outro

Conto fera que visualizei e achei muito interessante para replicar esse desejo:
Olá, meu nome é Paulo e a história que vou contar é incrível e aconteceu comigo há um mês. Considero-me um cara de muita sorte, 30 anos e sou empresário em São Paulo onde moramos.


Sou casado há seis anos com a Cláudia, uma loirinha gaúcha de 25 anos. Eu, até então, era o único homem com quem ela tinha transado, pois começamos a namorar quando ela tinha 15 anos e eu tirei seu cabacinho. Por ser mais experiente que ela ensinei-lhe tudo o que ela precisaria saber na cama.

A Cláudia tem 1,73 m de altura, 65 kg muito bem distribuídos em um corpo maravilhoso e malhado de quem frequenta academia três vezes por semana. Seus cabelos loiros são compridos até à altura dos ombros, tem as coxas deliciosamente grossas, a bundinha durinha, redondinha e absurdamente arrebitada. Seus seios são cheinhos (sem exagero), redondos e empinadinhos e os biquinhos, quando excitados, ficam tão durinhos que parecem querer furar a blusa. Ainda não temos filhos, por isso temos certa liberdade e saímos sempre. Gostamos muito de sexo e abusamos de nossa criatividade na cama.

Certa vez fui buscá-la na academia. Ela estava usando uma calça legg bem colada, definindo cada curva de seu lindo corpo e mostrando sua bucetinha saliente formando aquela testa que nós homens adoramos ver e notei que aqueles caras fortões a devoravam com os olhos e inexplicavelmente, não senti ciúmes e muito ao contrário, fiquei com o pau super duro. Naquela noite transamos como doidos. Eu imaginava um daqueles caras bombadões metendo na Claudinha e era invadido por um tesão maluco e meti como nunca naquela bucetinha gostosa.

- Nossa! Mas o que foi que aconteceu com você?? Ela perguntou quando já íamos para a terceira.
-Que tesão doido é esse?...

Daquele dia em diante, eu passei a alimentar o desejo de ver minha mulher dando para outro homem. Pesquisei tudo sobre o assunto e li muitos relatos. Entrei em contato com vários homens, autores dos relatos e trocamos muitas ideias. Um dia, entrei no quarto e vi a Claudinha dormindo só de calcinha e com as pernas entre abertas expondo aquele capozinho de fusca e decidi. Ela é muito gostosa para pertencer a um homem só. Criei coragem e falei pra Cláudia do meu desejo e perguntei se ela algum dia, toparia uma aventura dessas.

- Você ficou maluco? Você está querendo ser corno?? Eu não sou do tipo de garota que sai dando para qualquer um e..., blá, blá, blá?

Ela ficou muito zangada e, por alguns dias não falou comigo. Deixei quieto por uns dois meses, até que, numa noite, enquanto estávamos nas preliminares, eu pedi para que ela fechasse os olhos e comecei a fantasiar falando no ouvidinho dela que era outro homem que estava ali com ela, percebi que sua bucetinha molhou na hora, pois eu estava com a mão sobre ela, ainda por cima da calcinha. Transamos como loucos.

-Tá vendo? Reparou como você tem vontade de dar pra outro?? Falei.

- Aahhh, tudo bem, reconheço que como toda mulher, eu tenho sim tesão e uma certa curiosidade, afinal, mas eu só dei para você até hoje, mas daí a matar essa curiosidade de verdade é um passo muito grande e é uma coisa que, me parece, não tem volta... A gente nunca poderá apagar um acontecimento dessa natureza, concorda?

A partir daquele dia senti uma pequena chance de meu desejo vir a se realizar e fiz de tudo, mandava e-mails com matérias sobre o assunto, mandava links de contos eróticos do gênero e ela passou a se interessar sobre o assunto. Certa noite, quando cheguei do trabalho, ela já me esperava no quarto e me atacou com um tesão tremendo. Depois de transarmos, ela me perguntou com sua vozinha bem rouca, olhando-me diretamente nos olhos:

- Você tem certeza de que quer ver mesmo outro homem me comendo?

- Tenho! Isto me excita muito. Por que? Você pergunta? Você tá afim?! Eu perguntei a ela, cheio de desejos.

- Digamos que eu andei pensando sobre o assunto e isso me despertou certa curiosidade e, talvez eu tope, mas tem uma condição!

- Qual condição? Eu perguntei.

- Não pode ser com ninguém do nosso relacionamento, para não criarmos vínculos e eu vou escolher o cara, afinal vai ser a minha boceta que ele vai comer, certo?

Concordei na hora e nos inscrevemos num site de casais e ficamos conhecendo várias pessoas e vários caras que nos mandavam e-mails com fotos, mas a Cláudia parecia não se interessar por nenhum deles, até que um dia ela demonstrou interesse por um deles e respondeu ao e-mail. Passamos a nos comunicar por MSN. O nome dele era Jorge, tinha 49 anos, era separado, mulato, calvo e não era bonito, mas a Cláudia se interessou por ele. Posso dizer que ele a conquistou com o papo, até que um dia resolvemos nos encontrar. Marcamos então, numa quinta-feira num barzinho em Moema, bem longe de onde morávamos, para evitar encontrar com conhecidos.
- Paulo, querido, você tem certeza de que quer isto?? Se você quiser, a gente pode parar agora.

Fiquei gelado na hora e com um pouco de ciúmes, pois dali algumas horas, outro poderia estar metendo na bucetinha linda de minha esposa, mas o desejo de vê-la gozar no pau de outro macho foi mais forte.

- Sim! Eu tenho certeza!

Ela, então tomou um banho eu fiz questão de assistir ela se aprontar para o Jorge. Como estava uma noite quente, ela escolheu um vestido azul até a altura dos joelhos soltinho e folgado com um generoso decote tendo as alças amarradas à nuca (cujo laço eu mesmo fiz naquela noite) e que a deixava com as costas nuas. Vestiu também uma calcinha branca apertadinha modelando toda sua bunda perfeita.

-O Jorge vai ficar louco quando te vir com essa calcinha. Falei já com o pau duro. Ela sorriu um sorriso sacana.

Chegamos ao barzinho. Ele já nos esperava em uma mesa. Cumprimentamo-nos e sentamos. Pedimos cerveja. Jorge era um cara supersimpático, bem vestido e educado e conversamos bastante para nos conhecermos melhor. No início, a Cláudia estava meio tímida, mas lá pela terceira cerveja ela ficou mais soltinha. Eu pedi licença e fui ao banheiro. Quando voltei vi de longe, que ela havia se sentado ao lado dele e que ele estava com o braço apoiado sobre o encosto da cadeira dela enquanto falava coisas à minha esposa, e ela ria. Senti um ciúme danado na hora, mas não sei explicar como, o tesão que me dominava era mais forte. Voltei para a mesa e me sentei. Percebi que a Cláudia estava excitadíssima, pois os biquinhos de seus seios pareciam que iam furar o vestido. Jorge foi ao banheiro.

- Você ainda quer continuar com isto? Pergunta ela com seriedade!

- Você não está gostando? Perguntei.
- Estou adorando, mas se você disser que quer parar, nós vamos embora agora. Falou ela, seus seios parecendo querer pular fora do decote.

- Você não quer dar pra ele?

- Pelo contrário, eu quero muito dar pra ele. Disse ela sorrindo... Tá rolando uma química muito gostosa entre a gente. O que eu não quero, é que você diga depois que eu te traí.

Fiquei em silencio alguns instantes. Um misto de ciúme e tesão; raiva e desejo me invadiram...

- Você vai, ou não me deixar dar pra ele?? Falou ela séria!

- Lógico que vou deixar você dar para ele. Falei decidido saindo do torpor em que estava. Iremos até ao fim...!

Um sorriso enorme se abriu em seu rostinho lindo.

- Te amo muito, Paulo e nada do que acontecer hoje, irá mudar isto.

Ela me beijou e foi ao banheiro. O Jorge voltou e combinei com ele que iríamos para um motel. Eu disse para ele não se incomodar comigo e fingir que eu não estava ali. A Cláudia voltou, pagamos a conta e fomos para o meu carro.  Eu disse para a minha esposa que fosse no banco de trás com o Jorge e eu fui de motorista. Ajeitei o retrovisor central para poder observá-los. Os dois iam cochichando e vi que minha mulher soltava risadinhas. O clima entre eles foi aumentando até que começaram a trocar carícias e a coisa foi esquentando até que se beijaram como dois namorados. Uma coisa estranha invadiu-me ao ver aquele mulatão beijando a boquinha linda de minha mulher. Era um misto de ciúme e de um tesão maluco, como eu nunca havia sentido. Ela o beijava acariciando seu rosto como uma namorada apaixonada, enquanto ele pousou sua mão enorme no joelho dela que estava com as pernas cruzadas e foi escorregando para dentro do vestido por sobre a coxa lisinha de Claudia até chegar à bundinha e repetiu o movimento várias vezes. Seus beijos molhados e estalados enchiam-me os ouvidos e eu quase não conseguia me concentrar no transito. Não tinha mais volta! Ele ia meter na Cláudia. Chegamos ao motel e já na garagem, entreguei as chaves do quarto ao Jorge e deixei que eles entrassem primeiro e fui acompanhando a cena. Pareciam dois namorados. Olharam em volta, curtiram bastante o quarto, com cama redonda, espelhos no teto e uma enorme Jacuzzi. Olharam-se nos olhos sorrindo satisfeitos e começaram a se beijar lenta e apaixonadamente e eu curtia a cena de longe, pois ali eu era apenas um observador. Seus beijos molhados agora estalavam mais altos dando eco no quarto. As mãos de Jorge escorregaram pelas costas nuas de Cláudia e pousaram sobre sua bunda arrebitada. Aos poucos, foi levantando seu vestido parecendo curtir cada momento, até que o lindo traseiro de minha esposa ficou exposto emoldurado e marcado pela calcinha branca apertadinha. Aquelas mãos enormes massageavam a bundinha de Cláudia com desejo enquanto suas línguas se tocavam em beijos que não paravam de estalar gostoso, me deixando louco e com o pau duro como pedra. Eu nunca tinha sentido tanto tesão em minha vida. Enquanto o casal se descobria, fui até à jacuzzi e a coloquei para encher, pois os dois, depois de transarem, iriam querer relaxar e eu queria deixar tudo preparado para eles. Quando voltei a dar atenção a eles, Jorge já tinha soltado o laço da alça do vestido que se prendia à nuca de Cláudia, ( laço este que, como eu já disse, eu mesmo havia dado horas antes.)  Seus lindos seios ficaram expostos. Jorge os massageou com desejo e beliscou de leve os biquinhos durinhos de tesão, até que os abocanhou faminto. Peguei a câmera fotográfica e passei a registrar cada momento do casal. Enquanto a boca de Jorge se divertia nos seios de minha mulher, suas mãos atrevidas desceram até ao zíper que ficava logo acima daquela bundinha gostosa. O vestido caiu e minha esposa ficou só de calcinha e sandálias nos braços daquele mulato que parecia curtir cada milímetro daquele corpinho perfeito!

- Nossa! Como você é gostosa, Claudinha!?
Falou ele olhando-a de alto a baixo fazendo-a se virar para ele olhar para aquela bunda perfeita, durinha e arrebitada, envolta em mínima calcinha apertada.
- Sua bunda é fenomenal, muito gostosa! Falou ele, amassando-a com suas mãos gulosas.

-Hoje, ela é toda sua, meu macho, faça o que bem quiser com ela. Falou minha esposa com sua vozinha rouca e que nos momentos de máximo tesão, fica roufenha...

Neste momento, ele fez com que ela se debruçasse sobre a mesa; afastou suas pernas; puxou a calcinha de lado e enfiou a cara entre as nádegas de Cláudia. Ela me olhou sorrindo o seu sorriso mais sacana e, em seguida, começou a soltar gritinhos e a revirar os olhos no mais puro desejo. Ela estava se entregando a outro homem e estava adorando a experiência.

- Aaahhhiiííí? Que delícia! Ela gemia com sua voz roufenha, extremamente sensual e me olhava.

- Ele tá enfiando a língua inteirinha na minha bucetinha, amor, isso tá bom demais...

O cara era profissional, sabia mesmo o que tava fazendo. A Claudinha delirava e gemia cada vez mais alto e revirava os olhos até que quase gozou na cara dele em espasmos loucos.  Ele se levantou e ela se virou para ele e beijaram-se novamente. Minha mulher é assim, adora beijar, ainda mais quando está com tesão.

- Agora é a minha vez de curtir o teu corpo, gato. Falou ela e já foi desabotoando a camisa dele bem lentamente até em baixo, depois desafivelou o cinto e tirou-lhe a calça deixando-o só com a cueca Box preta, que parecia não conseguir conter aquele enorme membro duro que mostrava seus contornos sob a cueca apertada. Minha mulher ficou longo tempo acariciando aquele enorme volume até que puxou a peça para baixo liberando aquele pau duro que, como um boneco de molas, pulou para fora quase acetando o rosto de minha esposinha.

- Noossaa!? Como é enorme!? Falou ela espantada e realmente era mesmo monstruoso; absurdamente grande e grosso, uns 22 centímetros mais ou menos; com uma cabeça enorme parecendo um cogumelo e todo rodeado de veias salientes.

- Chupa, vai, chupa que depois eu vou meter ele nessa sua bucetinha loira. Falou ele!

- Nossa!? Ele é tão grande e minha xoxotinha é tão pequenina? Será que vai caber?

- Cabe sim, confia em mim.

Minha mulher já o punhetava de leve e, bem timidamente, foi lambendo-lhe a cabeçona exatamente como eu lhe ensinei, com a diferença de que agora ela tinha um cacete, tamanho família, em sua boquinha linda. Eu já não aguentava mais de tesão vendo a Claudinha só de calcinha ajoelhada de frente para aquele mulatão bem dotado pagando-lhe o maior boquete de sua vida. Enquanto ela chupava aquele pintão, eu tirei a minha roupa e fiquei curtindo a cena e fotografando. Em certa altura, Jorge fez com que ela se levantasse e a beijou; levantou-a em seus braços musculosos e caminhou em direção à cama enquanto a Cláudia, com os braços em torno do pescoço dele, o fitava com olhar apaixonado. Que cena linda, aquele mulato com aquela loirinha de 25 anos completamente submissa em seus braços. Ele a colocou delicadamente sobre a cama e tirou suas sandálias sem pressa, depois foi tirando sua calcinha bem lentamente revelando a bucetinha depilada e com marquinha de biquíni de minha mulher. O seu pauzão pulsava como o de um cavalo. Lentamente, ele foi beijando-a desde a xoxotinha; barriguinha, peitinhos e boca. Depois, ajeitou-se entre as pernas dela e foi pincelando aquela cabeçona na entradinha estreita de minha esposa. Percebi que os pelos dos braços dela estavam todos arrepiados. Seria medo ou ansiedade? Ou seria tudo isso misturado com muito tesão? Não sei, o que sei é que ele começou a forçar a entrada na bucetinha que, mesmo molhada, oferecia resistência àquele mastro que queria invadi-la. Era como se ela estivesse perdendo o cabacinho novamente e ela gemia alto enquanto ele forçava, até que a cabeça entrou e ele ficou parado só com a cabeça dentro dela, depois foi empurrando devagar enquanto ela gemia como louca.

- Aaaiii, como é grandeêê?, nosssa! É tão grosso...Falava ela entre gemidos.

Depois de tudo dentro, Jorge começou a se movimentar entre as pernas de Cláudia e eu gozei ali, muito extasiado, assistindo minha mulher sendo fodida por aquele senhor de 49 anos, que parecia não acreditar que estava metendo em uma loirinha de 25.

- Nossa? Como você é apertadinha? Você é a mulher mais gostosa que eu já comi? Falava ele.

- Não pare, Jorge, por favor, não pare, pois isso está uma delícia. Falou ela com a voz entrecortada pelos seus próprios gemidos.

- Quero pegar você de quatro, vem gatinha gostosa...
Falou ele, saindo de cima dela que, rapidamente se posicionou de quatro sobre a cama. Jorge veio por trás, e fez com que ela arrebitasse ainda mais a sua bundinha, e cravou-lhe aquela tora bem devagar na bucetinha cheirosa de Cláudia, que soltava gritinhos e gemidinhos de prazer, como nunca. Aquele pintão se atolava por inteiro na bucetinha da minha esposa. A bundinha marcada pelo biquininho balançava com o impacto do macho que lhe possuía. Jorge foi acelerando seus movimentos até que gozou em meio a espasmos loucos inundando-a com a sua porra e ela gozou junto com ele. Depois, quedaram-se os dois exaustos na cama ela aconchegou-se ao peito dele e ficaram imóveis como um casal de apaixonados. E eu assistia a tudo aquilo com um enorme desejo. Depois de algum tempo, ele a acordou com um beijo em sua boca, e disse:
- Vamos pra jacuzzi, relaxar!

- Vamos! Disse ela sorrindo languidamente, olhando para mim como quem diz: Obrigada!

Os dois se sentaram lado a lado na banheira sob as espumas e ficaram conversando. E enquanto isso, eu liguei para a recepção e pedi uma porção de morangos, creme de chantilly e uma garrafa de um bom vinho. Quando voltei a olhar, os dois já trocavam caricias novamente. Pelos movimentos do ombro de Cláudia, percebi que ela o punhetava de leve, enquanto o beijava, vasculhando toda sua a boca de seu amante com a língua. Aquele mastro estava novamente, duro como pedra. Então, a Claudinha ajeitou-se em cima dele e começou a cavalgá-lo lentamente enquanto ele chupava seus seios. As mãos dele abriam a bunda dela fazendo com que se arrebitasse ainda mais deixando que eu visse o pau entrando e saindo daquela bucetinha linda, que parecia que ia virar ao avesso, cada vez que a tora saia. Fotografei esta cena.

- Noossaaa? Que pintão gostosoôô!? Que delícia... Falou ela.

Ela o cavalgou por um bom tempo. Cláudia gozou feito uma louca, mas ele demorou. Quando ela percebeu que o Jorge ia gozar, acelerou a cavalgada espirrando água para todos os lados cada vez que sua bundinha se chocava com a água. Ele gozou novamente inundando-a com sua porra quente. Jorge ficou largado dentro da banheira e Cláudia veio tomar uma ducha. Ao passar por mim, abraçou-me e beijou-me.

- Tá gostando de ver sua mulherzinha sendo fodida, e bem fodida, por outro macho?

- Sim, muito... Estou adorando..., e você?

- Eu também. Ele é muito bom!... E eu te amo muito, Paulo, muito mesmo! Finalizou ela, e foi para o chuveiro.

Logo depois, o Jorge também foi para o chuveiro com ela e logo depois, eu pude ouvir os gritinhos e risinhos dela junto com ele no banho. Fui até lá e pude ver através do Box o vulto dos dois abraçados se beijando. E as mãos dele sobre a bunda dela massageando-a. Quando saíram do chuveiro, a mesa estava posta com a garrafa de vinho, duas taças, uma bandeja de morangos e o chantilly em uma taça. Cláudia estava linda enrolada na toalha. Mais uma vez me distanciei um pouco para deixa-los à vontade. Os dois sentaram-se e serviram-se de vinho... Cláudia adora morangos com chantilly. Ela começou a pegá-los, molhá-los no creme e comia-os sensualmente como se os estivesse chupando.

- Quer experimentar? Falou ela ao sou amante.

- Quero! Disse ele.

Ela então colocou chantilly em um morango e o colocou entre os lábios e foi em direção à boca dele que abocanhou o morango emendando com um beijo molhado e estalado. Ela fez isso mais uma vez. O pau dele já estava pulsando como um cavalo novamente.

- Agora é a minha vez! Falou ele e pegando um morango lambuzou-o com o creme e passou nos seios dela e depois os chupou. Os biquinhos ficaram durinhos. Depois colocou o morango na boca e fez o mesmo com ela, beijando-a. A mão dela segurou seu pau novamente. Cláudia se levantou.
- Me come? Me come!?

Ele rapidamente a pegou nos braços e a levou para a cama. Virou-a de ladinho e atolou seu pau enorme na bucetinha de minha mulher novamente. Enquanto atolava, beijava-lhe a nuca e com uma das mãos abria a bundinha dela para eu ver o pau entrando. E depois de muito meter naquela posição, ele tirou o pau para fora e gozou nas coxas grossas dela. Gozei muito aquele dia!

- E aí, querida, gostou da experiência? Eu perguntei-lhe, quando já estávamos em nossa casa na nossa cama.

- Gostei, apesar de estar agora com a xoxotinha toda ardida e esfolada, e, provavelmente, você não vai poder mexer nela por uma semana... Mas foi sim, muito bom!
- E o que você achou do pau dele?.

- Enorme. No começo fiquei com medo, mas depois foi uma delícia. Mas foi bom para matar a curiosidade, porém, eu jamais trocaria seu pau tipo Standard, pelo dele tamanho família. Gostei do Jorge, mas eu te amo, Paulo e agora te amo mais ainda. Beijamo-nos e dormimos. Ela dormiu sem calcinha, pois estava toda esfolada e inchada, eu tive até que passar uma pomadinha.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Primeira vez da minha esposa com Dois Homens

Olha eu denovo, meu nome é Mariana e depois que meu marido me liberou, fiquei mais louquinha por sexo. Paulo, deixou eu contar este relato por estar aceitando muito bem o papel corno e marido de uma mulher linda e safada. Paulo, meu marido, e eu, estamos nos tornando bem liberais quando o assunto é sexo depois dos acontecidos. A regra que temos em nossas cabeças agora é a de viver plenamente, aproveitando todos os prazeres que a vida e o sexo podem nos oferecer. Já transamos de todas as formas em todos os lugares, mas apenas com duas pessoas diferentes depois que eu aceitei em torna lo corno. Sou loira, tenho meus 27 anos e tenho um corpo bonito, meu marido me adora, pelo meu jeito de recatada na sociedade e safada entre quatro paredes… o fato que vou contar a vocês, é uma fantasia minha que me despertou quando saímos com Edu e não quis por em pratica naquele dia para sacanear meu marido.
Bem resolvi unir o útil ao agradável, juntando a vontade de meu marido querer ver eu dando pra outro, resolvi que queria dar para dois homens diferentes ao mesmo tempo, experimentar uma DP. Como Edu, nosso amigo é muito gostoso e quero ele como meu amante fixo, tenho que trabalhar o psicológico do meu marido pra isso, e Edu soube me comer de tudo que é jeito, agora quero outro pra me comer junto com ele, pra mostrar minha vontade de ser possuída por vários homens ao mesmo tempo para meu marido ver e bater umas punhetas com a puta que me tornei por que ele quis me deixar assim. Há alguns dias atrás contei a ele esse meu mais profundo desejo e ele aceitou meio que com receio, mas por ser apenas sexo, eu convenci ele disso, sem envolvimento emocional algum. Ele aprovou, e pediu pra entrar em contato como Edu, pra ver se ele não tinha um amigo para realizar esse meu desejo. Falando com Edu, ele disse que tinha sim e que adoraria realizar essa minha vontade e marcamos de ir em um baile em uma cidade vizinha, e que só lá iria nos apresentar seu amigo. Bem, lá estava eu então prontinha para a grande noite. Eu usava um top azul, uma calça jeans colada marcando minhas formas, um fio dental azul e salto alto…tudo azul. Esse bailão, era o famoso arrasta-pé, mas, com pessoas bem vestidas e bem civilizadas. Chegamos lá e encontramos com o Edu e seu Amigo Carlos, um homem bonito e atraente. De inicio pra não pegar mal por estarmos em público, dancei varias musicas com meu marido, exibindo minha bunda para meus dois machos que iriam me detonar concerteza. Via que Carlos cutucava o Edu o tempo todo e colocando a mão na cabeça, tipo: Meu Deus, que mulher gostosa… . Eu estava me derretendo de tesão, então sugeri para o Paulo que deixasse eu dançar com nossos Amigos. Carlos foi o primeiro para mim conhecer ele, já que o Edu…aff só de lembrar dele fico molhadinha…Bem na hora da dança Carlos me contou que era separado, um cara super educado e parecia ser aqueles mulherengos safados, me comia com os olhos mas discretamente. Paulo meu marido que não é bobo logo viu as intenções do Carlos, pela pegada firme e alguns delizes de mão, mas continuou vendo a gente dançar. Estávamos no maior forró, ele dizendo que eu era muito bonita e tinha formas perfeitas e que não estava imaginando que iria passar a noite comigo. Acabada a sessão de músicas voltamos ao lado de Edu e Paulo. Disse para os dois que não aguentava mais, de tanto tesão e teria que sair logo dali. Fui saindo na frente seguida dos três homens sedentos. Quando estávamos já no estacionamento, Edu me agarrou no maior dos beijos e combinamos de sairmos todos no nosso carro. Paulo foi dirigindo o carro. Eu fui atrás com Edu e Carlos, indo em direção ao motel na maior loucura…Mal entramos no carro e Eles me beijavam, chupavam meus seios deliciosamente, mal abaixaram minha calça e estava com dois dedos na minha xana, e eu tirei aqueles dois pintos pra fora, hora batia punheta pra um e hora pra outro…Paulo, só olhava pelo retrovisor, sua esposinha que ele tanto quis que desce pra outro, agora na mão de dois tarados em um carro em movimento no meio da rua… Chegamos no motel, praticamente semi nus, só o Paulo que não, coitado. Edu me levou no colo pra dentro do quarto e me deixou sentada no colo dele na borda da cama, e foi me beijando e o Carlos ousado, já chupando minhas tetinhas… nossa, nem estava acreditando no que estava sentindo… aquele dois machos deliciosos só pra mim…(que egoísta eu, não!??) Edu meteu seus dedos em minha xana que parecia ser um pinto…estava demais…Desci do colo e me coloquei na beria da cama de joelhos, eles tiraram os resto das suas roupas, e eu tendo a visão daqueles pinto enfrente a minha boca eu cai em cima chupando. Paulo sentou em um sofá próximo da cama só olhando atento a minha felicidade chupando aqueles caralhos maravilhosos…não acredito que ele estava gostando, mas ele agora é meu corninho…Eles me colocaram de quatro e Edu foi o primeiro, logo lascou aquele ferro dentro da minha bucetinha, que delicia, começou a me comer enquanto Carlos colocava seu pau em minha boca…. ai… estava louquinha, louquinha, não parava de rebolar…Gritava, me come meu macho gostoso…até que ele deixou seu amigo me comer, Carlos veio e pediu pra mim ficar de frango assado, e enquanto eu chupava Edu e ele acariciava meus seios…Paulo meu corninho começava suas punhetas vendo eu delirar na vara de um e chupando outro…Bem, sei que dei de todas as posições possíveis na face da terra, gozei e gozaram muito em mim… tomei muita porra mesmo, to adorando receber leitinho…até que me levaram pro banheiro para um merecido banho…. lá chupei um por um novamente e voltamos para a sala. Foi aí que propus realizar meu desejo, uma dupla penetração, na hora comecei a preparar meus machos, chupando aqueles paus gostosos e dei até uma mordidinha no pinto de Edu de tão entusiasmada que fiquei…Paulo meu marido, até se posicionou melhor sua poltrona para ver sua esposinha linda, sendo invadida por seus garanhões. Eu estava adorando a idéia, pois isto eu nunca tinha feito também e tinha chegado a hora de realizar a minha mais nova fantasia….Carlos se deitou com seu pau em riste e eu sentei sobre seu cacete com minha bucetinha, ja toda molhadinha e Edu espero eu me ajeitar, e logo veio por tras e me enrabou com aquele mastro…Nossa, que delicia, posso dizer que teve um pequeno desconforto no inicio, mas relaxei e comecei a aproveitar, sentindo aqueles paus, separados por uma camada de carne me invadirem ao mesmo tempo. Me alucinei e jogava meu corpo de encontro aos corpos deles…o tesão era tanto que pedi para chupar meu marido, enquanto nossos amigos me faziam um delicioso sanduiche…Nessa hora enquanto eu chupava seu pinto, ele não parava de apertar meus seios, acho que era de raiva de não ser ele quem estava junto com Edu, realizando esse meu desejo de ter dois homens, pois ele parecia estar mais doido do que eles, seu pau estava duro que nem um pedra, nunca tinha visto ele assim. Logo fui penetrada em todos os buracos. Edu não teve muito trabalho pra comer meu cu, adorei dar assim…nossa senhora….eles estavam me matando de tesão… resumindo novamente, eles comeram meu cuzinho, minha xana de tudo que é posição, e o melhor de tudo quando, me fizeram uma DP em pé, nossa gozei muito nessa hora…Para finalizar gozaram em meu rosto e seios, e por diversas vezes ainda naquela noite, menos Paulo, tadinho, que nunca esperava que eu realmente faria tudo o que fiz… fui uma verdadeira puta e não me arrependo nem um pouquinho, aliás, vou querer repetir a dose. Mas não com Carlos, gostei muito dele, mas só quero torna Edu como meu amantae fixo, pois meu marido não querer envolvimento nenhum com outras pessoas além do sexo, mas ele vai ter que deixar o Edu por ser uma pessoa que criamos uma amizade legal e tem um pau maravilhoso….So sei que saí daquele motel satisfeitíssima…Hoje acabei de crer que adorei fazer meu marido de corno… Beijos a todos e espero que tenham gostado. Se acham que eu sou uma putinha, podem apostar que estão certos, mas só entre quatro paredes…a vida é feita pra viver… e gozar!!!!

Meu Aniversário e quem recebe o presente é minha esposa!!

Olá pessoal, faz um tempo que não publicamos, mas em Primeiro lugar quero dizer que estou escrevendo esse texto atendendo um pedido de minha esposa Mariana, que aguarda ansiosa a publicação dele.
Quando se olha para minha esposa, uma gata linda de 27 anos, olhos verdes, cabelos loiros escuros, seios médios e durinhos, bumbum redondinho na forma certa, a primeira impressão que se tem dela é de uma mulher séria e muito recatada na sociedade, porém quando se está na intimidade com ela, é só passar a mão no rabinho e já ativa a safadinha linda que ela é, a bundinha se empina, os olhos brilham e aparece um sorriso bem safado no rosto que eu já cansado de saber sei que significa que ela quer ser tratada como uma verdadeira Biscatinha, Putinha sem valor que adora se sentir apenas como um objeto sexual para os homens e alcançar seus prazeres ao extremo. A partir daí ela deixa de lado as roupas casuais que usa durante a semana e só coloca roupas justas e faz questão de se maquiar como uma Fêmea no CIO pronta pra desafiar qualquer macho a fodê-la. Voltando no Tempo vimos que Ela foi criada com as amiguinhas da rua onde vivia, e segundo relatos dela sempre brincava de médico com os meninos e adorava ser examinada, as brincadeiras sempre acabavam com ela e mais uma amiguinha chupando os meninos. o Tempo foi passando e a safada cada vez mais curiosa pra saber até onde ia as brincadeiras….ainda segundo seus relatos Mariana perdeu sua virgindade com um garoto mais velho que ela, que fez o que pode durante uma tarde toda, onde ela foi comida de todas as maneiras possíveis usando camisinha, só não levou no rabo por que ia contra sua formação. Hoje estamos casados a cinco anos e temos uma vida bem liberal depois de muitas conversas e experiências. Ela encontrou um amante fixo Edu e temos uma vida tranquila e feliz, com muita sacanagem. Mariana sempre está me provocando querendo sexo a toda hora e sente muita saudade de seu amante, não é todo dia que se veêm. Porém um dia ela chega em casa com uma calcinha nova embrulhadinha numa caixinha e me diz: Paulo Meu Corninho hoje eu ganhei algo pra você, uma calcinha linda que eu vou usar no dia do seu aniversário, eu fiquei muito contente e a agradeci dando um longo beijo em sua boca. Mariana retribui o beijo, perguntou se eu tinha gostado e disse que precisava sair para fazer mais algumas compras e me convidou a ir junto. Chegando ao shopping ela foi me contando sobre o meu aniversário, a surpresa que ela me faria e tudo aquilo foi me deixando doido, ela me prometia muitas safadezas e ainda me disse que meu maior presente seria a Amiga dela toda produzida pra mim…Enfim ela realizaria um antigo sonho meu de comer duas mulheres ao mesmo tempo, quase não acreditei na hora, pois pensei que ela iria deixar eu sozinho pra comemorar com meus amigos enquanto ela estaria com Edu, mas mesmo assim fiquei louco e só podia agrada-lá liberando-a a comprar o que ela queria, mas subitamente ela me disse: “Você vai comprar mais uma calcinha, só mais uma calcinha e um pacote de camisinhas”…Fiquei meio surpreso mas fiz sua vontade comprei uma calcinha rosinha. Voltando pra casa nada mais aconteceu e só fiquei esperando a data do meu aniversário (seria em nove dias). Quando faltava 2 dias para o Meu aniversário ela foi se depilar, pintou seu cabelo, comprou sandálias plataformas lindas e me avisou…” Paulo amanhã a gente combina tudo e acerta de vez essa deliciosa Putaria ta bom?”…Eu concordei e só esperei o dia seguinte(quis meter com ela e ela não deixou, já desconfiei de algo). Já dormi socando uma deliciosa punheta, em vésperas dela sair com o amante dela e não querer transar comigo. O dia Seguinte passou muito rápido, eu não via a hora de chegar em casa e la chegando a esperei por pouco tempo, quando a vejo chegando fui correndo abraça-la e beija-la….ela retribuiu e disse num tom muito sério…”Precisamos conversar”… Fiquei meio assustado e ela foi se ajoelhando na minha frente tirando meu cacete pra fora e enquanto dava mordidas e chupadas ia me dizendo em tom de convencimento…”Corninho, amanhã é seu aniversário e eu vou dar a você uma noite maravilhosa, estou muito contente que você tenha comprado uma outra calcinha, porque quem vai mesmo usa-las sou Eu”…Nesse momento eu parei e Perguntei o Porque disso?…”Cade a sua Amiga??”…Ela foi respondendo…”Ahaaaa Corninho você acreditou mesmo?”…”Acabei de ligar para o Edu e ele ainda me deu uma idéia maravilhosa e que pode também tornar seu aniversário inesquecível”…Nessa hora eu gozei em sua Boca, não conseguia mais saber o que aquela Vadia me preparava, estava confuso… Na cama horas depois ela novamente pegou no meu Pau e foi fazendo o que acabara de fazer horas atrás chupava e ao mesmo tempo conversava comigo…sobre nossa relação, nossos casos(seu caso), sobre o que o Edu fazia com ela, e tudo isso ia me deixando doido novamente…e quando eu estava no auge do Tesão e ia encher sua boca novamente ela disse…”Amanhã será o melhor dia da minha vida sabe porque?? porque eu vou usar duas calcinhas diferentes e porque é a segunda que você vai ver eu dando para dois machos ao mesmo tempo”…Eu quis argumentar, porque era o meu aniversário, e que Eu deveria ganhar presentes e não minha linda esposa receber 2 cacetes ao mesmo tempo. E ela chupava com mais vontade ainda meu pau, me obrigando a concordar e dizia…”Vou ou não Vou????(ela repetia)…Fui obrigado a dizer que sim (sem perguntar quem seria o outro macho, afinal Edu já estava escalado sendo seu amante fixo e eu coitado pensando que iria realizar meu sonho de pegar duas mulheres ao mesmo tempo, vou acabar limpando o gozo de duas piroca do corpinho maravilhoso da minha loirinha). Ela sorriu e continuou a me dizer: “Então já combinei tudo com Edu e um colega dele que não vou saber o nome…Como já decidi o seu presente de aniversário mesmo pensei em unir as coisas Boas da Vida e dar um Presentão para cada Macho que está me comendo agora(você e o Edu), e de quebra inauguro um novo comedor,você não acha legal?”…Novamente fui obrigado a dizer que sim e complementando que ia gozar ela rapidamente parou a chupeta, pegou meu celular e ligou para o amigo do Edu e só pude ouvir: “Então gato amanhã a DP esta confirmada, vê se capricha em Pintudo e Reserva o Motel mais caro que quem vai Pagar é o aniversariante corno”…Mariana disse isso sorrindo e olhando pra mim. Nada mais eu podia fazer a não ser concordar com tudo isso. No dia seguinte Mariana me acorda para me desejar Parabéns cavalgando já no meu Pau duro e me faz gozar e vai trabalhar. Chegando à noite cheguei em casa e ela já estava toda arrumada, e não via a hora de irmos, Eu ia leva-la ainda por cima no meu aniversário para dois caras comerem era o cumulo, mas quem desejo ser corno fui eu então aguenta né…passei na casa do Edu seu amante, ela desceu e foi busca-lo, voltaram se beijando e sentaram os dois juntos no Banco de trás, me deixando de motorista….vejo ela chupar seu pau e se esfregar nele. Depois fomos buscar o Amigo de seu amante que também foi atrás, e antes que a festa rolasse de vez no banco de trás do meu carro, fomos para o Motel reservado, ela entrou com os dois no quarto e me indicou a poltrona para me satisfazer na bronha a noite inteira, dançou sensualmente pra eles que estavam sentados na cama, mostrando suas 2 novas calcinhas (uma rosa e uma branca), os dois se levantaram, vieram até ela, despiram o ultimo pano que cobria seu corpo e deram uma bela chupada na sua bucetinha. Mariana gemeu e se soltou no chão. Os dois olharam para mim e eu disse que eles deveriam aproveitar o meu bolo de aniversário, que apagassem as velhas no liquido da minha esposinha, e deram um trato nela. Os dois se jogaram em cima dela e começaram a chupar seus seios e sua buceta. Os dois se alternaram nas chupadas. Mas Mariana queria chupar também e pediu para seus machos deitarem na cama e chupou muito os paus e pediu pra eles saciarem seus desejos de mulher colocando as camisinhas em seus Paus e ficou de quatro, olhando pra trás e Servindo suas taças de Champanhe, como brinde ao meu aniversário cantando Parabéns. Aí a festa pegou fogo, Mariana começou receber penetrações vagarosas em sua buceta e depois em seu cuzinho em variadas posições, já sendo preparada para o momento crucial da festa a Dupla Penetração. Seria a segunda vez que Eu veria minha esposinha sendo o recheio de um sanduíche e eu estava adorando. Enquanto eles faziam uma dupla penetração na minha esposinha, eu só ficava batendo uma punheta vendo ela gozar e delirar no pau de seus machos. Ela delirava naquelas picas e levou vara por mais de 5 horas, acho que Bebeu quase meio litro de porra das taças de champanhe que foram abastecidas de esperma que saia de seus buracos, não deixando uma gotinha sequer como brinde ao meu aniversário e ainda no começo da festa Edu levou uma taça de champanhe para mim também e pediu que eu gozasse nela para entregar para minha esposinha beber no final e fui enchendo durante toda a foda deles nas punhetas que eu bati e ela bebeu tudinho no final também. Chegamos em casa eram quase 7 da manha, Mariana muito debilitada, mal podia se sentar mas estava muito Feliz e Realizada…..Cuidei dela, dei banho passei creme anestesiante no seu anelzinho que parecia uma flor de tão vermelho e em sua bundinha branca que estava toda marcada e vermelha de ter levados muitos apertões de seus machos. Mariana deixou que Edu levasse a Calcinha rosa embora e ela me deu a branca de recordação de Aniversário(estava toda rasgada e melada e ainda escrita Feliz aniversario Corno) o amigo do seu Amante que escreveu. Antes de dormir, Ela me disse que não sentia mais as pregas do rabinho e que esse acontecimento provou que eu sou um verdadeiro maridinho corno e submisso as suas vontades…Estamos ainda mais Felizes…Edu continua visitando Mariana com certa frequência e sempre estamos inovamos, acho até que ela esta se apaixonando por ele, coisa que falamos para não acontecer para não atrapalhar nosso casamento, porque amo muito ela, mas sou obrigado a dizer que estou cada vez mais gostando da situação porque vejo a felicidade e o brilho no olhar na minha Esposa Linda.

Viagem com o marido e o amante

Olá, colegas leitores!

Meu nome é Mariana e sou casada com Paulo, um homem maravilhoso. Depois de realizarmos algumas aventuras, o convenci para deixar o Edu ser meu amante fixo, para não ficar saindo com pessoas estranhas e curtimos um prazer total. Agora estamos sempre juntos passeando e nos divertindo quando possível. Sempre que podemos Eu e o Edu trocamos olhares maldosos e de puro desejo, e tivemos uma oportunidade de fazer amor na minha própria casa, enquanto meu marido viajava a trabalho. Agora vamos às novidades!!! Depois daquela foda deliciosa, falamos muitas sacanagens um pro outro, o que prometia uma próxima vez ainda melhor!! E a oportunidade foi mais rápido do que esperávamos. Eu e o Paulo(meu esposo) temos um amigo que tem casa na praia e haveria um feriado municipal, que seria numa quinta-feira. Não havíamos combinado nada, pois eu não trabalharia na sexta-feira, mas a princípio, Paulo teria que trabalhar. Como ele tinha uma folga pra tirar, aproveitou e tirou para o mesmo dia, nos possibilitando de curtir o nosso feriadão. Na segunda-feira, ele me ligou do trabalho dizendo que conseguira a folga e perguntando o que eu achava de convidarmos o Edu para viajar. Achei a idéia maravilhosa e já comecei a imaginar como seria e o que poderia rolar naquele final de semana prolongado. À noite, quando chegamos em casa, ligamos para o Edu para convidá-lo. Ele, com certeza pensando o mesmo que eu, aceitou sem muitos argumentos. Tudo combinado: sairíamos de casa na quarta-feira à noite e voltaríamos no domingo. Preparei-me física e psicologicamente para aquele feriado, comprei até uns biquínis novos e roupas sensuais, pois sabia que prometia muita sacanagem! Na quarta-feira pela manhã, Edu me ligou no trabalho, falando muita sacanagem, me deixando molhadinha em pleno horário de expediente. Disse para eu me preparar, que ele iria me enlouquecer de tanto prazer, que não mediria esforços para aproveitar comigo a nossa viagem, que iria me fuder muito de novo… Nossa!!! Fiquei louca só de ouvir e imaginar! No horário combinado, fomos buscá-lo. Todos vestiam roupas bem leves e confortáveis e estávamos muito à vontade, como todas as vezes que saímos juntos. Fizemos uma viagem tranquila, mas o trânsito estava um caos. Chegamos na praia bem tarde da noite e cheios de sono. A casa do nosso amigo é bem grande, no andar de baixo, sala, cozinha, banheiro e um ótimo espaço externo, no andar de cima, dois quartos, uma suíte e banheiro. Foi só o tempo de arrumarmos as camas, e cairmos para dormir, estávamos muitos cansados, mesmo querendo aproveitar o meu amante, sabia que poderia esperar para o próximo dia. Na quinta-feira, acordei cedinho, coloquei meu biquíni, com uma saída de praia por cima, dei uma geral na casa e comecei a preparar o café da manhã. Tomamos um ótimo café da manhã e os meus dois homens descansados da viagem me elogiaram por isso. Passamos o resto do dia na praia e sempre que possível e sem deixar que os outros percebessem, dávamos (eu e o Edu) um mergulho juntos, ou ficávamos a sós na areia, só falando sacanagens. Voltamos para casa já no finalzinho da tarde e todos tomamos uma boa ducha no chuveiro que tinha no quintal. Eu me exibia pros meus machos a vontade. Eles também passavam o dia de sunga pra lá e pra cá. Depois dessa ducha, nos secamos ao ar livre e entramos para tomar um banho de verdade. Enquanto Paulo foi para o banho, fui para o quarto pegar as roupas pra mim e para o Paulo e foi aí que a sacanagem começou. O Edu entrou no quarto e fizemos amor loucamente. Edu me pegou por trás, e ficou esfregando aquela rola já dura na minha bunda. Arrancou meu biquíni e caiu de boca na minha bucetinha. Fiz o mesmo com ele e pedi para que me penetrasse. Foi maravilhoso! Amo meu marido por deixar eu ter um amante. Gozei muito gostoso enquanto meu marido estava no banho. Depois fomos tomar banho os dois juntos, Edu me lavava e admirava meu corpo, eu louca me abaixei e fiz ele gozar na minha boca. Depois nos juntamos ao meu marido e fomos para o quintal e começamos a jogar carta. De vez em quando, Edu esfregava suas pernas nas minhas por baixo da mesa, e só aquilo já me arrepiava toda. Naquela noite, ainda quinta-feira, não estávamos muito animados para sair e resolvemos continuar o nosso carteado até dar sono. Fazíamos uns intervalos para comer e beber algo e assim ficamos até cansar. Paulo já estava cochilando no sofá e como ele sabia que eu seria só do Edu aquele fds (antes de sairmos para a viajem coloquei as regras, que ele dormiria no quarto de hospedes e se eu deixasse ele poderia me comer também, mas a principio seria só o Edu), Paulo levantou-se ainda meio zonzo de sono e de cerveja e foi para o seu quarto. Pronto!!!! Agora sim o feriado prolongado iria começar de verdade. Eu e Edu começamos a nos acariciar e nossos sexos já davam sinal de vida. Ele usava apenas uma bermuda, sem cueca. Eu, uma blusinha sem sutiã, um short e uma minúscula calcinha. Nos beijamos deliciosamente quase que deitados no sofá da sala e nossos gemidos eram abafados pelo som ligado. Ele levantou minha blusa e chupou meus peitinhos, enquanto eu abria sua bermuda para punhetar aquele cacetão, que já estava quase pulando pra fora dela. Chupei seu pau até ele gozar gostoso na minha boca, e ele retribuía fazendo o mesmo comigo. Ele, todo animadinho logo em seguida meteu o cacete nela. Gozei muito! Foi muito bom!!! E ele me chamando: Vem, cá, minha putinha casada…ta na hora de gozar e engolir esse caralho com essa bucetinha , tesuda! . Eu adoro receber aquela vara é muito grande e arromba minha buceta. Edu sorria satisfeito, abria minhas pernas, e metia arregaçando bem minha bucetinha. As mãos do Edu arreganhavam minhas nádegas, e a xoxota abria-se lentamente e engolia o caralho grande e duro. Eu comecei a urrrar e chorar no caralho do Edu, gritava a cada estocada daquela rola, não se importava com nada, nem lembrava do meu corninho que dormia tranquilamente no andar de cima. Enquanto sua esposa estava totalmente arreganhada no sofá da sala, a mercê daquele caralho enorme que a subjugava. E Edu falava: Olha meu amorzinho como está sendo fudida, não era isso que você queria! Vou fazê-la engolir tudo nessa boceta! . Ele metia fundo. Depois de muito tempo pela intensidade (foram só 3 horas de prazer, afff), nos abraçamos bem forte nossos corpos e gozamos juntos, e ficamos desfalecidos por alguns instantes. Na minha cabeça só de imaginar que era o primeiro dia de meteção com o Edu naquele fds eu já ficava molhadinha. Ele deixou minha buceta toda arrombada, inchada e vermelha. Na hora que resolvemos ir para o quarto o excesso de porra do Edu escorria pela minha coxa, enquanto a gente caminhava. Fomos tomar um banho e dormir, já que tínhamos vários dias pela frente, longe de tudo e todos. Quando acordei na manhã de sexta-feira, Paulo já estava de pé. Disse que iria até o supermercado comprar umas coisas, embora eu tenha dito que não precisava, ele fez questão, queria mostrar o tão corninho que se tornou. O supermercado ficava um pouco distante da casa, então ele pegou a chave e foi com o nosso carro. Assim que Paulo saiu voltei até o quarto onde Edu ainda dormia. Ele estava só de sunga e eu, ainda de camisola. Comecei a beijá-lo e já passando as mãos no seu pau, que logo deu sinal de vida. Ele abriu os olhos e perguntou: Bom dia, cadê Paulo? , ao que eu respondi: Relaxa, o feriado é só pra nós . Ele ficou louco e me puxou pra cima dele com vontade, levantando minha camisola e esfregando seu pau na minha bucetinha ainda por cima da calcinha, enquanto suas mãos passeavam pelo meu corpo. Sedentos de prazer, tiramos a calcinha e a sunga e, sem ao menos fazermos umas preliminares, minha bucetinha engoliu aquele cacetão. Eu estava por cima, e desta vez era eu quem comandava. Cavalgava naquela pica como uma louca, e ele pedia: Isso, mais… goza junto comigo, Edu apertava meus petinhos, metia o dedo no meu cuzinho, e dizia: Quero seu cuzinho… Você vai dar seu cuzinho pro seu macho esse fds, vai? Quero encher ele com a minha porra, quero fazer você gritar de prazer… e naquele entra e sai delicioso, chegamos ao orgasmo juntos, e foi demais!!! Quando estávamos nos refazendo, ouvi um barulho na porta. Era meu corninho que havia chegado das compras. Lá de baixo ele perguntou, como está o casal de pombinhos? Eu respondi: Estamos no quarto e bem! . Troquei-me, coloquei um biquíni lindo, um shortinho e desci. Ele perguntou: Edu ainda está dormindo? . Respondi, não ele acabou de gozar gostoso comendo a bucetinha da sua esposinha… RS…Vai tomar um banho e já desce. Arrumamos as compras que ele fez, esperamos o Edu tomar um café e fomos os três pra praia tomar um sol e curtir um pouco. Mais um dia se passou e tudo correu bem, sarros na água, na areia e nos quiosques, tudo no maior respeito e integridade do meu casamento. À noite, fomos ao centro da cidade, no intuito de tomarmos um chopp e comprarmos umas coisinhas pessoais. Perdemos a noção do tempo e ficamos bebendo e papeando até às 2 h da manhã. Paulo meu marido estava muito fogoso, talvez pelo excesso de bebida, e queria fazer amor de qualquer jeito conosco, eu disse para ele que não, quem me comeria nesse feriadão seria só o Edu, e que se ele quisesse ficasse batendo uma, vendo eu receber a vara de outro homem. Fomos embora pra casa e mal entramos, e já fui pegando Edu pela mão e arrastei para o quarto, onde rapidamente nos despimos e ele começou a chupar cada um dos meus seios, como um bebezinho e eu gritava dizendo chupa, chupa, me mata de tesão , ele os abocanhou e ficou mamando longamente cada um dos seios, chupando e mordiscando os mamilos, passando a língua, e eu não conseguia conter os gemidos, eu continuava a me molhar tanto que sentia meu liquido escorrer pelas coxas e meu corninho coitado, a tudo via sentado numa poltrona ao lado, batendo uma punheta. Depois Edu começou a me descer mais, até minha boca chegar em seu pênis grande e grosso, eu comecei a chupar, beijar e babar naquele mastro. Ele se curvou e começou a acariciar minha vagina, do clitóris até o anus. Ele olhou para mim, e perguntou, posso te foder agora, não aguento mais, eu assenti com a cabeça. Ele disse então pede para seu corninho pedir pra eu te comer,  Eu disse, Amor você não quer me matar de tesão né, pede para o malvado do Edu, por favor me come toda , ele continuou, dizendo que eu tinha que pedir para o corno pedir para meter o pau na esposinha puta dele, e eu disse, por favor, Paulo fala pro safado me foder logo com esse pauzão …Paulo já tava de cara que queria participar, e agora teria que pedir pra outro homem comer sua esposa. Eu falei pra ele: Quem manda ter o desejo de ser corno, e era a primeira vez naquele fds que Paulo assistia, nos dias anteriores ele dormia tranquilamente em seu quarto. Paulo, olhou pra mim e falou: Edu, come essa vadia logo, apaga o fogo dela!! …Aí Edu prontamente atendeu o pedido e começou a pincelar aquele pauzão na minha bucetinha. Eu doida pela situação, gritava: me come, me fode, por favor, não estou agüentando de tesão . Ele com as mãos, encaixou a cabeça do pênis na minha vagina e começou a penetrar lentamente. Eu só sentia o quanto Edu era bem dotado, ia me abrindo toda centímetro a centímetro, bem lentamente enquanto ele me beijava e nossas línguas se encontravam. Sentia a cabeça do pênis tocar meu útero, e falava pro meu corninho que nunca senti o pinto dele assim. Edu dizia, puta merda, que delicia de buceta nossa mulherzinha tem Paulo, apertadinha, quente, molhada, lisinha e fica mordendo meu cacete . Quando entrava tudo, ele com as mãos fortes me suspendia para que o pênis fosse saindo pouco a pouco e depois enterrava tudo outra vez, só para provocar o Paulo, que queria curtir aquele momento junto mais só ia ficar no desejo. Passado algum tempo que seu pênis invadia minha bucetinha, não aguentei e gozei aos gritos, sentindo um grande tesão. Comecei a estremecer e a gemer, e ele não aguentou e ejaculou dentro, bem no útero, gritando  puta que o pariu, não aguento mais,vou encher sua bucetinha, toma meu leitinho, toma , senti um jato forte, quente e prolongado em várias golfadas. Metemos gostoso até umas 5 horas da madrugada, em várias posições, mas para não deixar meu corninho triste não quis dar o cuzinho para o Edu naquela noite e fomos dormi, descansar depois de uma bela foda. Na manhã de sábado, eu ainda me sentia toda melada e logo que acordei, fui direto para o chuveiro. Coloquei meu biquíni mais sensual que havia comprado e fui preparar o café. Enquanto os rapazes não desciam, eu imaginava as trepadas maravilhosas que tive, mesmo não dando o cuzinho para o Edu que estava insaciável . Pensava comigo mesma, que ótima escolha de amante eu fiz. Quando estava tomando café, os dois desceram. Paulo só de sunga e Edu de bermuda. Percebendo a intenção de Edu, eu disse: Pelo que eu estou vendo vão todos à praia e eu vou ficar sozinha, né? ; Paulo respondeu: Ué! E você não vai à praia por quê? ; respondi que queria fazer uma comidinha gostosa pra gente, que estava sentindo falta de comida caseira. Edu se ofereceu então para ficar e me ajudar, mas eu disse que estava brincando e não via problemas em ficar sozinha. Que eles poderiam aproveitar a praia e que de repente eu apareceria depois. Mais ou menos uma hora e meia depois, ouço um barulho na porta e, tal qual não foi nenhuma surpresa, era Edu. Disse que não poderia deixar de aproveitar que eu estava só e inventou de comprar uns peixes, dizendo para Paulo que levaria pra eu preparar, já que dissera que iria fazer almoço. Como eu já disse, passávamos praticamente o dia todo com trajes de banho, basicamente pouca roupa, o que, no meu caso, facilitava bastante. Ele já chegou me agarrando, me beijando e deslizando as mãos sobre o meu corpo. Afastou a parte de cima do meu biquíni e chupou os meus peitinhos, me deixando louca. Eu já tentava abrir sua bermuda, queria ver, acariciar e chupar aquele cacete maravilhoso, que já estava em ponto de bala. Foi quando, metendo as mãos na minha bunda por baixo do biquíni, ele disse: Vou comer esse cuzinho agora, não vou? ; aquilo foi suficiente pra me subir aquele calor. Respondi: Claro! Era tudo que eu queria! ; Ele tirou os lacinhos do meu biquíni, que desceu pelas minhas pernas. Ele me segurou pela cintura levantando meu corpo, eu abracei-o com minhas pernas e assim fomos para a sala. Ele me deitou no sofá e passava o pau na entrada da minha bucetinha, lubrificando-a cada vez mais, e alternava com o meu cuzinho. Fez isso diversas vezes, enquanto com os dedos, fazia movimentos circulares nele, ora metendo o dedo até o fundo, para atiçá-lo cada vez mais. Tinha a sensação de que meu cuzinho estava piscando de tanto tesão e pedi: Vai, meu macho, meu garanhão… Mete esse pau no cuzinho da sua putinha casada, vai… ; ele imediatamente me colocou de pé de costas pra ele, colocou minha perna esquerda sobre o sofá e começou a meter só a cabecinha daquele cacete no meu cuzinho. Eu já gemia de excitação. Fui rebolando, rebolando bem gostoso deixando-o alucinado pra enterrar logo tudo até o talo. Quanto mais eu rebolava, mais um pouquinho entrava. Percebendo que ele não metia tudo de uma vez por medo de me machucar, empinei a bunda pra trás, enterrando tudo de uma vez. Senti uma dorzinha, que logo se transformou em prazer. Chegaram a sair lágrimas dos meus olhos, mesmo já tendo levado aquela rola por trás algumas vezes, mas o prazer que sentíamos era inestimável. Ele iniciou aquele clássico vai e vem, alternando com reboladas, onde eu sentia suas bolas batendo bem próximo da minha bucetinha. Que delícia! Eu dizia: Ta delicioso Mete gostoso no meu cuzinho, mete… Rebola gostoso que eu quero gozar no teu pau socando meu rabo… ; Invertíamos de posição toda hora. Ele estava alucinado, já havia passado um tempão quando ele disse: Aiiiii… Vou gozarrrrrrr!!! Você me deixa louuuuuuuuco!!! ; e explodiu num gozo delicioso, que eu sentia queimar dentro de mim. Ele continuou metendo no meu cuzinho, e com as mãos, acariciava o meu clitóris, que estava durinho e saliente de tanto tesão. Mais alguns segundos e eu também explodi num gozo frenético, gemendo: Que pica maravilhosa, não para que eu vou gozar . E quanto mais eu falava, mais ele metia. Foi maravilhoso dar meu cuzinho pra ele novamente. Tomamos um banho juntos e ele voltou pra praia, para encontrar com o Paulo no quiosque. Combinamos que ele diria que eu não fui para continuar preparando o almoço. Por volta das 14 h, Edu e Paulo chegaram para almoçar. O resto do dia foi normal para todos. Não saímos à noite, pois queríamos aproveitar o ultimo dia antes de voltarmos para casa. Edu falou pro Paulo, é hoje que vou fuder sua esposa, minha putinha a noite inteira. Ele me arrastou para o quarto e assim chegando lá, ele foi me beijando e tirando minha roupa, praticamente nada, porque continuava só de biquíni e ele de bermudão. Fiquei peladinha, e ajudei-o a tirar a sua. Nós dois pelados e ele me olhando. Eu perguntei: - O que foi? Porque está me olhado assim? Ele disse: - Porque eu adoro olhar você pelada por completo. Seus peitos, sua bucetinha e suas pernas. Seu corpão lindo e gostoso que você tem, fico grato do Paulo deixar eu ser seu amante, você é linda demais e começou a me beijar, e daí foi chupando meu corpo, descendo até a buceta, onde deu um banho de língua em mim, que nesta altura eu já enfiaria qualquer coisa dentro de minha buceta, pois não agüentava mais de tanto tesão. Ele me pegou, me levou até a cama, e pediu para que eu chupasse o seu pau. Fizemos um 69 e depois ele começou a chupar de novo minha buceta e eu gritando: - Quero pau na minha buceta. Enfia essa tora na minha buceta me rasga por inteira e depois atola esse mastro no meu cú e meu corninho só vai ficar olhando de novo e batendo sua punhetinha. Logo Edu começou a colocar o pau na entrada de minha buceta e eu gritei: - Enfia tudo de uma vez. Mas ele foi devagarzinho, colocando na minha buceta, só para me provocar. Eu desesperada gritava: enfia tudo até as bolas do seu saco, junto. Arregace minha buceta. Ai ele enfiou tudo de uma vez e ficou bombando. Não demorou e eu gemia de felicidade. Estava gozando com aquele cacetão duro dentro de minha buceta e vendo o Paulo batendo uma, vendo a cena de sua linda esposinha levando vara de outro. Ele continuava metendo e eu gozando bastante mesmo. Depois de muitas gozadas por minha parte, ele disse: – Agora empina esse rabão praticamente na cara de seu corninho que ele vai ver como se come um cu de uma safada casada. Ai que tesão me dá ouvir ele falar assim, provocando meu maridinho. Eu perguntava pro Paulo: Você não acha ruim ele falar assim com você. Ele disse: – Adoro ver vocês dois metendo, a única importância pra mim é que ele te faça gozar gostoso, e desde que te liberei para realizar minha vontade de ser corno já era com segundas intenções de te fazer uma putinha, dando pra outros homens, agora só para o Edu, mas só entre quatro paredes, respeitando nossa vida social. Enfim, Edu com calma, e muito bem lubrificado penetrava no meu cú, sem nenhuma dificuldade e eu gritava: Fode gostoso meu macho, faz eu gozar nesse pau pelo meu cuzão. Ele acelerou o ritmo das estocadas e depois de algum tempo gozamos os três junto, Edu e Eu na cama e meu corninho com sua punhetinha na poltrona na barriga coitado. Fomos tomar banho juntos. Chupei sua rola de novo e continuamos a meter mais, até se cansar. Eu estava feliz, realizada pelo feriado prolongado que eu tive, era pau na buceta e no cú, mais as chupetas que ele gostava tanto. Adoro meu amante e mais ainda amo meu marido por me deixar aproveitar o melhor do sexo. Fomos dormir altas horas da madrugada, satisfeitos para descansar para a viagem de volta no domingo. Ao amanhecer, preparamos um café da manhã reforçado para recuperamos as energias e seguirmos de volta para casa, pois Paulo queria chegar cedo em casa. Logo após o café, fomos preparar as coisas para a volta. Voltamos tranqüilo para casa.



Esposa Vingativa - Conto da Web

Eu e minha esposa somos casados há 4 anos, mas nos conhecemos há exatos 10 anos, quando iniciamos o namoro, e sempre fomos cúmplices e muito apaixonados; isso também aos olhos de amigos e parentes, que sempre nos enxergaram como um casal perfeito, aquele dos comerciais de margarina. Sempre vivemos um pro outro, dentro de valores familiares que sempre cultivamos, e fui seu primeiro namorado e único homem.  Somos considerados um casal muito bonito, particularmente minha esposa, uma moreninha realmente muito linda, uma bonequinha com 1,60 de altura, 52 kgs, 24 anos, corpo pode-se dizer perfeito, seios médios completamente empinados, cintura fininha, coxinhas grossas e bumbum simplesmente maravilhoso, impressionantemente redondo e lisinho. Vivemos uma situação econômica bastante estável e nada nos falta, especialmente à minha esposa, que de família tradicional, sempre estudou nos melhores colégios, frequentou os melhores ambientes, tendo cultivado as melhores amizades. Minha esposa sempre foi a própria menina mimada, ao mesmo tempo um tanto conservadora nos princípios, mas uma autêntica patricinha, assídua freqüentadora de shoppings, lojas de griffe e cabeleireiros, que freqüenta 2 vezes por semana. Seus colégios, faculdade e academia sempre foram os mais caros e talvez pelo ambiente em que foi criada, jamais se aproximou de pessoas de outro nível social. Sua beleza estimulava sua vaidade, e por ser muito assediada sempre fora meio convencida, e jamais deu espaço a quem quer que seja. Como toda menina vaidosa, bem criada e muito bonita, minha mulher sempre usou desde os tempos de namoro roupinhas curtas e provocantes, mini-saias, blusinhas de alcinha sem soutien, salto alto, sempre bem maquiada, e suas calcinhas, assim como seus biquínis, sem exceção, sempre foram fio-dental. Não possuía outro modelo e habituara-se assim. Após o casamento, muito geniosa, não admitiu mudar seu estilo, e logo cansei de protestar para que mudasse sua forma de se vestir. Sempre nos demos muito bem no que se refere a sexo, pois minha esposa sempre fora muito espontânea e sempre buscou seu prazer. Só não fazíamos sexo anal, pois apesar da imensa curiosidade de minha mulher, e, claro, minha também, na única vez que tentamos, quando minha esposa se insinuou que queria experimentar, devido à ansiedade do momento, logo no primeiro contato ela gritou alto, aparentemente com dor, o que impossibilitou a penetração, pois sua reação inicial acabou me deixando com receio, apesar de não ter pedido que parasse, mas acabei logo perdendo a ereção. Isso me fez preferir naquele momento a relação convencional. Fora isso, tudo corria maravilhosamente bem até eu aceitar certa vez o convite de um amigo para ir a um prostíbulo, durante viagem a trabalho para São Paulo. Lá acabei cedendo e não resisti à vontade de realizar a fantasia de fazer anal com uma negra, pois nunca havia feito esta modalidade de sexo, muito menos transado com uma negra. A mulher ainda me fez um oral de tirar o fôlego. Assim que cheguei, estava com a consciência pesada, mas, empolgadíssimo com a experiência, mandei e-mail a um amigo, relatando em detalhes o ocorrido. Ali começou meu inferno. Por um lapso terrível, deixei minha caixa de mensagens aberta enquanto fui ao banheiro e minha esposa que acabara de chegar em casa leu tudo. Tentei explicar o inexplicável, mas não consegui convencê-la. Minha esposa, chorando e enfurecida, dizia que fui canalha, que sabia que ela queria muito e não soube esperá-la, que jamais me traiu etc. Pegou suas coisas e foi pra casa de sua mãe. Fiquei transtornado e tentei um contato desesperado por vários dias. Após mais de uma semana separados e muita insistência, ela aceitou conversar quando então lhe implorei perdão e lhe propus que fizéssemos uma viagem à praia em uma segunda lua-de-mel.  Surpreendi-me então com sua proposta de reconciliação. Minha esposa disse que concordaria em reatar, mas desde que passasse pela mesma experiência que eu. Queria que eu lhe pagasse um garoto de programa com o qual faria exatamente e tão somente o que a prostituta fez comigo. Claro que não concordei, afinal não permitiria que minha doce princesinha chupasse outro homem, muito menos que perdesse a virgindade daquela bundinha maravilhosa com um desconhecido. Brigamos novamente até que em um segundo encontro, no dia seguinte, propôs a ela, contrariado, outra forma de compensação. Em nossa viagem à praia eu permitiria que ela realizasse seu desejo já manifestado de se bronzear nua, em uma praia deserta, e que um homem desconhecido e pré-combinado conosco pudesse se aproximar pra vê-la de perto, mas não poderia tocá-la. Ela aceitou a proposta, iria se sentir vingada, mas não abriu mão de vê-lo se masturbando pra ela e, se ela quisesse, poderia também se masturbar vendo-o. Sem alternativa, concordei em fazê-lo, mas desde que não fosse permitida qualquer iniciativa por parte do sujeito em tocá-la. Tudo acertado, viajamos a um belo resort próximo à Praia do Forte, na Bahia. Logo no primeiro dia percebi que não seria fácil passar por essa experiência. Assim que chegamos, minha esposa vestiu um biquíni minúsculo, dos menores que possui. Estava realmente um escândalo, uma moreninha  simplesmente maravilhosa, se bronzeando à beira da piscina do hotel com seu bumbum todo à mostra. Era sem dúvida o menor biquíni dentre as mulheres naquele ambiente, e minha mulher, para me provocar ainda mais, soltou o soutien enquanto estava de bruços, compondo uma cena maravilhosa que logo chama atenção dos demais hóspedes, principalmente homens e gringos, que insistiam em passar por detrás dela pra contemplar aquela bunda. Fiquei imaginando como seria na tal praia, e me deu um aperto no peito.  Naquele mesmo dia, no final da tarde, fui até um vilarejo vizinho, chamado Vila do Forte, para escolher logo o voyeur felizardo e acabar com isso logo. Fiquei uns 20 minutos sondando os caras que faziam o transporte de turistas e faziam ponto por ali, cheio de vergonha, até que me aproximei de um senhor acima dos 50 anos, que me pareceu humilde, simples, um mulato de cabeça quase raspada, com bigodinho ralo, nem um pouco bonito, encostado junto a uma vanzinha velha, seu instrumento de trabalho. Como me pareceu pouco nocivo, fui objetivo e disse-lhe tudo que ocorreu, que minha esposa queria me dar o troco, e ao mesmo tempo realizar seu desejo de se bronzear nua. Ele me pareceu tão humilde que abri meu coração, contando-lhe o absurdo que havia feito, que minha mulher queria muito experimentar por trás e eu não soube esperar, confessando-lhe o desejo até então secreto de minha esposa de tomar sol nua, e até mesmo que ela era virgem atrás, e até por isso não admitiria qualquer tipo de contato. Disse-lhe que exigiria respeito, para evitar que o caldo entornasse. Ele ouviu com atenção e combinamos a viagem para o dia seguinte, quando iria nos pegar logo cedo para irmos a uma praia vizinha e tranquila.  Naquele dia minha mulher pareceu-me acordar deslumbrante, moreníssima, perfumada, cabelos lisos, acompanhei-a vestir um biquininho vermelho do mesmo modelo do dia anterior e uma canga azul, e ,após tomarmos café, fomos ao lobby do hotel, onde de longe avistei aquele homem de cor escura, nativo da região, de rosto castigado pelo sol, ligeiramente menor que eu, embora mais malhado, de aparência comum. Minha mulher não soube esconder uma cara de reprovação, pois certamente esperava um voyeur mais apresentável. Diunei, este seu nome, nos cumprimentou sorridente, espantado com a beleza de minha mulher, estendendo sua mão áspera, que indicava que ele fazia outro tipo de trabalho, e apressou-se em guardar nossas coisas. Entramos na porta de trás daquela van imunda e caindo aos pedaços, e minha esposa reclamou baixinho o estado do veículo. Nosso motorista nos levou a uma praia bem próxima, bastante extensa, e quase completamente deserta. Chegamos à tal praia cerca de 15 minutos depois. Diunei catou o guarda-sol, duas cadeiras e nossas coisas e nos mostrou o caminho. A praia era realmente muito linda. Minha mulher ficou maravilhada. Assim que chegamos Diunei, meio sem graça, perguntou se queríamos algo pra beber ou comer, pois poderia buscar em uma venda próxima. Disse a ele que poderia ser, se não fosse incômodo, enquanto minha esposa já tirava a canga, exibindo aquele corpão maravilhoso, os seios querendo saltar do biquininho e sua bunda toda exposta, com a calcinha minúscula toda enfiada. O Senhor olhou embasbacado, não conseguindo disfarçar, e saiu pra buscar a bebida. Foi aí que comecei a suar frio. Logo que o senhor saiu minha esposa estendeu a canga para se proteger da areia e deitou por uns 3 minutos; de repente se levantou e sem me consultar tirou o soutien. A cena de minha mulher em plena praia, soltando o soutien, e deixando saltar aqueles seios lindos que só eu havia visto me deixou louco na hora. Um homem que fazia exercícios na areia da praia a uns 300 mts de nós certamente a viu tirar. Minha mulher deitou de frente, com os seios expostos por cerca de 5 minutos e virou-se de bruços, como prefere se bronzear, aquela bunda linda apontando para o céu. Fiquei receoso, um aperto no peito, mas muito excitado com a situação. Era a primeira vez que minha mulher fazia topless e a cena era linda. Foi quando disse a ela se não achava melhor desistir, que aquilo não fazia sentido. Minha mulher me respondeu com um não categórico e, quase que instantaneamente, com aquele monumento de bunda apontado pra cima, calmamente desamarra os lacinhos de um lado e de outro, e puxa a calcinha por trás, despregando o triangulozinho de seu rego e tirando sua calcinha, colocando-a ao lado do soutien. Não acreditava no que via. A cena era absolutamente maravilhosa. A mulher de minha vida, minha doce e sempre comportada esposa estava ali, no meio da praia, se bronzeando completamente nua, exposta a quem pudesse por ali passar, vestida apenas com a aliança, a poucos minutos de ser flagrada por um sujeito grosseiro e rude, homem humilde que certamente nunca vira daquela forma uma mulher tão linda. Meu coração começou a bater forte. Não sabia o que fazer. Meu pau naturalmente endureceu com aquela imagem fantástica.  Foram exatos 4 minutos até ouvirmos um barulho de carro se aproximando. Minha mulher permanecia imóvel, as pernas juntinhas, a bundinha redondinha e empinada completamente nua apontada pra cima, os cabelos negros e lisinhos, soltos sobre os ombros. Eu de sunga sentado em uma cadeira logo atrás dela. Diunei foi chegando e o flagrei olhando sem acreditar naquela imagem. De olho grudado na bunda dela, ficou meio sem ação por um momento e exclamou sem pensar: Nossa! Meu Deus!`. Entregou-me as bebidas e disse que ia dar um mergulho. Nessa hora ele nos espantou, pois sem o menor escrúpulo tirou a sunga sem pedir permissão. Vi minha mulher, que estava ligeiramente adiante de mim, acompanhar com os olhos seu movimento. Fiquei receoso e emputecido com o que vi.O sujeito estava completamente ereto, seu pau era mais escuro que seu corpo, muito comprido, cabeçudo e curiosamente apontado pra cima. Minha mulher via pela primeira vez outro pau, e logo um desproporcional em relação à estatura de seu dono, indiscutivelmente maior e mais grosso que o meu. Quando se afastou correndo em direção ao mar, minha mulher exclamou baixinho na maior cara-de-pau e sorrindo: `mudei de ideia, acho que vc soube escolher meu voyeur`.  Estava completamente confuso. Por um lado excitadíssimo com a situação, mas nervoso e tenso com o que estava pra acontecer. O cara retornou ainda de pau duro. Minha mulher acompanhou-o discretamente retornar. Abri duas cervejas e entreguei uma ao Diunei. Minha mulher não quis. A situação era inusitada. Minha mulher nua de bruços. Eu atrás dela, sentado em uma cadeira, ainda de sunga, envergonhado com uma possível comparação, e o Diunei completamente nu, sentado ao lado, em outra cadeira. O cara não tirava os olhos da bunda de minha mulher, pegava no pau vez ou outra, e exclamava: Nossa! Que rabo!  Assim eu não aguento.Com cara amarrada, disse a ele pra ficar frio, e comecei a falar de outros assuntos, mas só futebol poderia ter em comum com aquele sujeito, e falei algumas bobagens, quando fui interrompido por minha esposa, que se levantou da canga, prendeu os cabelos num rabo de galo, virou-se devagar pra nós, com a bucetinha aparada maravilhosa e os seios pela primeira vez expostos ao nosso voyeur, avisando-me que ia dar um mergulho. Ela foi se afastando, rebolando naturalmente, peladinha. Imaginei que o sujeito da praia, ao longe, iria enlouquecer ao vê-la. Diunei, sem o menor escrúpulo, disse: Nossa, sua mulher é muito boa! Uma princesa! Nessa hora não resisti e fui até ela, tinha a câmera na mão e resolvi registrar aquele instante. O cara de pau do Diunei veio atrás, como se já fosse muito íntimo, de pau duro, com a cerveja na mão. Antes que retornássemos, Diunei com a cara dura disse a ela, que se refrescava no raso: A senhora é muito gostosa, tem os seios bonito, e a bunda é muito linda. Nessa hora vi que minha mulher sorriu e desceu os olhos para o pau dele, irritantemente duríssimo e apontando pra cima.  Voltamos para a praia, minha esposa se deitou como estava, de bruços com o bumbum pra cima. Notei que estava empinado demais. Já sabia que minha mulher se excitava em se exibir sutilmente pra outras pessoas, mas notava-se claramente pelo seu rosto, sua fisionomia, sua respiração, e seus modos diferentes que ela estava muito excitada com a situação. Afinal, era a primeira vez que outro homem a via nua, assim como a primeira vez que ela conhecia ao vivo o pau de outro homem. Percebi, por conhecê-la bem, que sua excitação estava um pouco fora de controle, pois via nitidamente seu exibicionismo, e sua bundinha monumental empinada mais que o normal. Nessa hora nosso amigo mais uma vez deixou escapar: Meu Deus! Que bunda!. Enquanto involuntariamente pegava no pau, disse A senhora fica muito linda com o bumbum assim pra cima. Minha esposa respondeu sorrindo enquanto empinava ligeiramente a bundinha mais um pouco, me provocando e deixando o homem louco: Vc acha?`  Estávamos ali fascinados com aquela visão indescritível, quando vejo minha mulher deslizar devagarinho o bracinho por baixo, pro meio de suas pernas, sem avisar, começando a brincar com a bucetinha, empinando aquela bunda na nossa direção, começando a gemer baixinho. Diunei disse Nooossa!, enquanto segurava o pau, começando a se masturbar lentamente. Eu, sem querer, já apertava meu pau com força, enquanto minha esposa protagonizava aquela cena, agora com o rostinho virado pra esquerda e pra trás, e depois de alguns segundos olhando fixamente na direção de nosso amigo. Isso fez Diunei se erguer com o pinto na mão e perguntar: Quer ver de perto? Nesse momento ela não respondeu, certamente com vergonha da minha presença, mas não precisava. Minha mulher se masturbava, se contorcendo, a bundinha empinada, os olhinhos agora fixados no pinto do motorista, soltando gemidinhos baixinho. Diunei se postou diante dela, e começou a se masturbar lentamente. Ela se masturbava descaradamente olhando o pinto do cara. Minha esposa já não olhava mais pra trás, na minha direção. Nessa hora, longe dos olhos dela, já não agüentei e tirei o pau pra fora e comecei a me punhetar. Diunei já à vontade dizia: `Humm, moreninha gostosa, tá gostando de ver,tá? Que bunda boa, tem a bucetinha deliciosa, não acredito que nunca deu esse rabo! Minha mulher respondia gemendo a cada frase de provocação, os olhos fixos na jeba do crioulo, mas não dizia uma palavra, só empinava a bunda e brincava com a xaninha, o rosto afogueado, a boca entreaberta, gemendo involuntariamente. Foi quando Diunei disse sem pensar: Quero ver essa bundinha virgem! Fica de quatro pra eu te ver! Não vou tocar em vc!  Minha mulher me buscou com os olhos pedindo aprovação e viu o que não queria que visse. Estava nu, me masturbando, não tive reação e só continuei o que fazia. Ela certamente se sentiu confiante e sem me consultar ergueu o corpo, apoiando-se nos bracinhos e nos joelhos, ficando na posição que o sujeito pediu. O cara deu a volta. Quando viu minha mulher de quatro, as pernas ligeiramente abertas, a xaninha visivelmente molhada, o cuzinho virgem cor-de-rosa, soltou um gemido muito alto, segurando o pau e dizendo: `Que bunda, que cuzinho lindo! Minha mulher respondeu de imediato e de forma espontânea, gemendo alto pela primeira vez. Como para defendê-la, levantei da cadeira e me aproximei. Nesse exato momento Diunei disse: É um pecado uma bundinha dessa virgem! Minha aproximação o fez retornar pra frente. Minha esposa, vendo-me atrás, disse: Amor, não tô agüentando mais, me come !.Posicionei-me de joelhos atrás dela e encostei o pau na entrada da buceta molhada e meti. Minha mulher deu um gemido abafado e comecei a comê-la devagar. Quase que no mesmo instante Diunei deu um passo à frente, e, me imitando, ajoelhou-se diante dela, com um pau de um tamanho de assustar bem na frente de seu rosto. Minha esposa, nessa hora, fascinada com o pau do sujeito, deixou escapar um Nossa! ao olhar aquilo de perto. Fiquei fora de mim com o que disse e soltei um putinha, sem perceber que aquilo de certa forma podia significar cumplicidade. Foi quando o senhor fez algo inesperado que me deixou sem reação. Sem descumprir o acordo de não tocá-la, Diunei troca a mão que segurava seu pau, apalpando-o com a esquerda, enquanto com a direita esfrega os dedos na cabeça do cacete e aponta dois na direção de minha esposa e ordena: Cheira!  Não soube dizer nada. A posição em que estava, também ajoelhado, e os cabelos soltos de minha esposa, mais armados pois já haviam se secado após o mergulho, me impediam de ver o que acontecia. Mas a posição de seu rosto e a reação de Diunei me fizeram crer que de fato ela atendeu seu pedido, e cheirava seus dedos melados. Em um dado momento vi que minha esposa posicionava seu rosto de lado e movimentava sua cabecinha devagar. Aquilo que eu desconfiava passou a se tornar claro quando o sujeito disse: Assim, chupa meu dedo!. Não acreditei que pudesse ser verdade. Ajeitei-me com o corpo sem sair de dentro dela e vi minha mulher com a lingüinha pra fora, lambendo e chupando o dedo melado de Diunei, sem que ele tivesse tido que romper com o compromisso. Neste momento fiquei louco e sem perceber o que dizia, soltei: Tá chupando,putinha ?Minha mulher gemeu na hora e continuou a lamber o dedo com cheiro de cacete de nosso voyeur. Em seguida vi perfeitamente quando Diunei, percebendo o estado de descontrole de minha esposa, tirou os dedos de sua boca e soltou seu pau duro, mantendo seus braços rentes a seu corpo, não me deixando dúvidas que de fato ele não a tocava. Neste momento, ainda metendo em minha mulher e com minha visão obstruída pela posição, observei seu rostinho se movimentar lentamente e o Diunei começar a respirar forte. Não acreditava que fosse possível, mas as mãos livres do sujeito não deixavam dúvidas. Ajustei novamente o corpo atrás dela e vi a cena que ficará para sempre em minha memória. Minha esposa lambia alucinada com os olhinhos fechados o pau do sujeito, e engolia sua cabeça, chupando com vontade. Não havia o que fazer já que a iniciativa partiu dela. Perdi o controle por completo e comecei a meter forte, chamando-a de putinha. Quando percebeu que eu estava louco de excitação minha mulher saiu de si, já empunhava o pau do sujeito e chupava gemendo, com uma fome que nunca vi, e começou a se contorcer, comprimindo meu pau por dentro, e tendo os primeiros espasmos. Estava gozando assim, comigo dentro dela, o pau do mulato na boca. Não agüentei e gozei forte dentro dela. Minha mulher largou enfim o pau do Diunei e ficou encolhidinha na areia, assim que saí de dentro dela e sentei na cadeira. Assim que minha esposa ergueu o rosto, Diunei se levantou e calmamente, como se soubesse o que iria acontecer, e com uma autoconfiança irritante, deu três passos pra trás, e se sentou na cadeira de frente, com o pau completamente ereto. Minha mulher olhou pra mim, sentado atrás dela, olhou pro nosso amigo e sem pedir permissão ou dizer uma palavra, engatinhou no rumo de Diunei, olhando fixo pro pau do cara e, de joelhos, se aninhou entre suas pernas, apoiando seus bracinhos sobre suas coxas cabeludas, segurou seu membro inchado e começou a chupar com um desejo impressionante. Diunei dizia: Assim, moreninha, chupa, putinha, aproveita que pau desse tamanho é uma vez só. Fiquei indignado com o que disse mas não me controlei, tirei o pau pra fora, já duro, e me masturbei vendo a cena. Não acreditava no que via. Minha princesinha, moreninha linda e bem criada, patricinha metida que sempre fora um tanto preconceituosa em certas situações, estava ali, de joelhos, mamando alucinada o pau duro de um mulato nativo da região, humilde e grosseiro. A cena era fantástica. Minha esposa , nuazinha no meio da praia, com o bumbum lindo, redondinho e empinado, cravara uma mãozinha no meio dos pêlos das pernas do sujeito, arranhando sua coxa, enquanto a outra segurava o pintão do cara, mamando-o com um desejo q nunca vi, como se estivesse viciada naquilo. Algum segundo depois viu o motorista segurá-la pelos cabelos loiros, quebrando pela primeira vez o acordo de não tocá-la, enquanto dizia: Chupa casadinha vadia, chupa, e gritou alto, esporrando na boquinha de minha esposa, que só tirou o pau quando viu que não conseguiria engolir tudo. Neste exato momento eu gozei, molhando a areia, e de imediato fingi não estar vendo aquilo, como se estivesse dormindo, tamanha a minha vergonha. Mas percebi, antes de fechar os olhos, que minha mulher não largava o pau de Diunei, que se levantou, segurou o rostinho de minha esposa, obrigando-a a soltá-lo, balbuciou algo que não compreendi e foi se lavar. Minha esposa esperou-o retornar pra ir também.Não existem palavras capazes de traduzir o conflito de sentimentos naquele instante. Não havia como disfarçar o desconforto com a situação, e a sensação profundamente desagradável que feria meu orgulho. Por outro lado não havia como negar que a emoção compartilhada fora indescritível. Reunimos as coisas e decidimos retornar ao hotel. Estávamos calados, com poucas palavras. Afinal minha esposa havia acabado de chupar o pinto de um estranho, um homem que nunca vira na vida até aquela manhã. Comportara-se como a mais vadia das putinhas, pois tomara a iniciativa de mamar aquele homem sem que ele lhe pedisse por isso, tomada por um desejo incontrolável. Isso já me martirizava por dentro e me fazia analisar como seriam as coisas depois daquele episódio, a despeito de saber que havia feito o mesmo, e ela apenas havia me dado o troco, embora parcialmente. Em meio ao silêncio, meu e dela, Diunei não parava de falar um instante, enquanto tirava a areia de sua bermuda surrada, vestia uma regata cheia de furinhos, daquelas de pagodeiros, que não se usam mais, e penteava seu cabelo ruim com um daqueles pentes redondos, olhando em um espelho quebrado que guardava no console da vanzinha. Perguntava se já havíamos conhecido alguns lugares, que se quiséssemos poderia nos levar etc. Pegou as cadeiras, o guarda-sol e colocou no porta-malas, e abriu a porta de trás para que entrássemos. Minha esposa vestiu um shortinho que havia levado por sobre o biquininho, calçou seu tamanquinho de salto e entramos. Esses 15 minutos de retorno ao hotel pareciam intermináveis. Ainda estávamos impregnados com as fortes impressões da experiência que tivemos. Nós três havíamos gozado de forma intensa, e jamais esqueceríamos o que ocorrera. Quando estávamos a uns três minutos da entrada do complexo do resort, Diuneidiz sem que esperássemos: Acho que talvez aconteça da gente nunca mais se ver. Posso fazer um último pedido? Olhei pra minha esposa, ela olhou pra mim, e ficamos calados. Queria muito ver pela última vez a senhora nua. A senhora tem a bunda muito bonita. Prometo que só quero me masturbar observando sua bundinha maravilhosa. Não disse nada. Minha esposa depois de uma pausa respondeu: mas está tarde! Não tem lugar que eu possa tirar a roupa. Já estamos chegando! Diunei, antes de ouvir uma negativa, emendou: Não se preocupe! Eu conheço onde pode ser, e ninguém vai ver. Esse estacionamento do resort é muito comprido,  e muita gente vem de Salvador e do interior e deixa os carros lá pra só pegar no fim de semana. Não aparece ninguém não. Estava muito mal pra esboçar uma reação, e meu pau subitamente endureceu imaginando de novo minha mulher nua em um lugar público. Minha esposa sorriu sem graça e assustada pra mim, e disse após um minuto de silêncio: aaai, Diunei, tenho medo, deixa disso!. Chegamos e Diunei, como se tivéssemos concordado, buscou o lado direito do estacionamento, que parecia estar lotado. Realmente naquele ponto parecia não haver ninguém, e Diunei parou sua van velha entre dois carros de turistas, junto de um prédio de apartamentos que devia abrigar aposentos de funcionários, com todas as janelas fechadas. Saiu do carro, deu a volta, abriu a porta de trás, segurando a mão de minha mulher para ajudá-la a descer, abriu a porta do passageiro da frente e falou: Assim, princesa, sobe aqui no banquinho , abaixa o shortinho e fica de quatro pra eu ver essa bunda linda, vai! Minha esposa não disse nada, e só se deixou conduzir, olhando sem graça pra mim outra vez, aparentemente envolvida com a situação. Só disse: Ai, meu Deus, enquanto se ajoelhava sobre o banco. Diunei veio por trás, querendo abaixar o shortinho. Minha mulher soltou o botão da frente e o zíper, abaixando o shortinho devagar, como se lhe restasse ainda algum pudor, mas Diunei puxou para baixo com força, deixando-a só de biquininho, com o short no meio das coxas. Ela então se pôs de quatro, aquela bunda monumental virada para o estacionamento. Fiquei impressionado com a imagem. Minha mulher é  realmente muito boa. Diunei se afastou um pouco pra apreciar a visão, tirou o pau pra fora já completamente duro, e começou a se punhetar, desta vez falante como nunca, elogiava o rabo perfeito de minha esposa. Minha mulher olhou para trás por sobre o ombrinho, fixando o olhar no pau do sujeito, entreabrindo a boca e dando um gemidinho. A visão do pau do Diunei parecia que  causava um efeito tão grande quanto sua bunda lisinha, redonda e durinha nos causava. Não aguentei e de novo comecei a apertar o pau por sobre a bermuda. Minha esposa, vendo minha situação, chamou-me pra ficar junto dela. Dei a volta, subi no banco do motorista; minha mulher, de quatro, pegou no meu pau, encontrando-o duro. Minha esposa apalpava meu pinto, mas continuava a olhar pra trás, na direção do pau do sujeito. Nessa hora Diunei, com o cacete duro apontado pra cima, perdeu o controle pela primeira vez: pegou-a pela cintura como se fosse uma boneca, na minha frente, tirando-a pra fora do carro, e, segurando-a pelos cabelos, abaixou sua cabecinha, pondo-a de joelhos sobre a grama do estacionamento e dizendo: Aqui, putinha, sei que tá com vontade de mamar o negão! Pode chupar! Agora eu tô mandando, chupa!! Minha mulher abriu a boquinha instintivamente e começou a chupar alucinada, gemendo, passando a língua pelo cabeção do baiano, engolindo o que podia. Diunei dizia olhando nos olhos dela, enquanto puxava-a pelo cabelo, interrompendo por um instante as chupadas de minha esposa: Patricinha vadia! Chupa, putinha rica, assim.., obediente, chupa que eu tô mandando e deu-lhe um tapa de leve no rosto. Minha mulher, fora de si, empunhava o pau, esfregando-o em seu rosto, e engolia o que podia, esfomeada. Ergueu a pica do motorista e começou a cheirar e lamber as bolas de seu saco, coisa que nunca fez comigo, pra depois voltar a mamar. De repente Diunei a puxa para cima, pelos cabelos e a põe de quatro novamente sobre o banco, o biquíni enfiadinho naquele rabo simplesmente perfeito. Vi minha mulher olhar pra trás na direção do pau do mulato, como se não quisesse parar de chupá-lo. Minha esposa estava descontrolada, segurou meu membro duríssimo, tirou-o pra fora e começou a chupar, a bunda virada pra fora da van. Meu pau duro significava pra ela uma espécie de licença pra exercitar suas fantasias. Aproveitando a situação, Diunei, do lado de fora e sem avisar, desamarra os lacinhos do biquíni de minha mulher, de um lado e de outro. Minha esposa gemeu na hora, com a boquinha cheia por meu pau. Estávamos mais uma vez vulneráveis, e absolutamente fora de controle. Diunei exclamou sem o menor receio: Noooossa, que bucetinha mais linda! Que cuzinho delicioso!, enquanto sem medo de minha reação estica a língua e lambe a xaninha de minha mulher, que antes só havia experimentado minha boca. Nessa hora minha mulher gemeu baixinho, um gemido reprimido, como se soubesse que fazia algo proibido. Em seguida Diunei exclamou: Vou lamber esse cuzinho!. Vi sua língua escura e dura esticada, se aproximando do cu virgem de minha princesa, e não tive reação. Nesse exato momento minha mulher gemeu forte, como se tivesse encontrado o paraíso. Minha esposa parou de chupar, só mantendo meu pau dentro da boca, concentrando-se em suas sensações no bumbum. Diunei se afastava, olhava aquele rabo, avisando sempre o que ia fazer: Que cuzinho delicioso! Muito bom chupar!, e lambia de novo, concentrando-se no cu de minha mulher, que gemia mais forte a cada chupada. Bastava que o mulato tocasse seu cu com a língua que minha mulher gemia descontrolada. O homem parecia enlouquecer atrás dela, já lambia, chupava, enfiava a língua naquele cuzinho que nunca vira língua alguma. Quando se lembrava minha mulher voltava a me chupar, mas estava alucinada com o trabalho de língua de Diunei e com aquilo que ele dizia, pois xingava-a de todo nome: riquinha rabuda, bundinha deliciosa, dá vontade de arrebentar essas preguinhas desse cuzinho gostoso!. Minha mulher só gemia, completamente entregue, quando Diunei a pegou novamente pela cintura, a colocou de bruços sobre o banco, o rostinho sobre meu colo, a bundinha pra fora da van na altura de seu pau, e disse: Quer me dar a bunda? Quer? Fica quietinha agora, moreninha, que eu vou comer essa bunda porque sei que é o que você quer. Minha mulher gemeu baixinho como se confirmasse seu desejo. O filho da puta aproveitou que eu estava no banco do motorista, minha mulher entregue, esfregou a mão no cacete duro e melado e entregou dois dedos pra minha mulher, dizendo: sente o gosto! Minha esposa caiu de boca, engolindo os dedos do mulato, enquanto Diunei cuspiu na outra mão, e besuntou o rabo de minha mulher, que gemeu na hora. Cuspiu de novo e enfiou um dedo, arrancando novo gemido de minha esposa, que começou a chupar os dedos do mulato ainda mais forte, completamente alucinada. Minha mulher já soltara meu pau e agarrava-se em minha bermuda, e em uma colcha velha que recobria o banco, esperando o que viria oferendo lhe sem resistência a bunda. Vi quando Diunei posicionou o cacete imenso na entrada do cuzinho virgem de minha esposa e meteu. Minha esposa deu um grito seco, mais assustador do que aquele que soltou quando havíamos tentado e não a comi. O pau entrou. Diunei gemeu alto: Aaaaaah, que cuzinho gostoso, to metendo o cacete nessa bunda, a bunda mais linda que já comi! Toma no cu, moreninha puta, tá sentindo meu pau entrando? Nessa bundinha que nunca viu rola?  Fiquei sem ação. Não me movi. Apenas batia punheta enquanto segurava na cabeça dela. Minha esposa agüentava firme, e gemia alto a cada estocada. Diunei não parava de xingá-la:  Putinha rica! Moreninha vagabunda!É bom dar o cu? Vou comer seu cuzinho aqui e a buceta de minha esposa quando chegar em casa` `Vou meter o pau inteiro! Mostra pro maridinho sua cara de felicidade enquanto eu te enrabo!  O cara ja enfiava o pau inteiro, tirava devagar e enfiava todo ele de novo! Minha mulher não parava de gemer! Pela primeira vez, não se agüentando, disse:  Come, seu safado, vc só quer comer meu cu, seu tarado! Come então! Diunei enfiou a mão áspera por baixo de minha mulher, erguendo-a pela buceta, empinando mais sua bunda. Metia enquanto brincava com a xaninha de minha esposa. Foi demais pra ela. Gemendo alto, ela segurou a coxa direita do mulato com a mãozinha, e disse: Fiiica! Diunei enfiou o pau , mantendo-o bem no fundo dentro dela. Minha mulher começou a se contorcer, gemendo como nunca vi, gozando enlouquecida. Neste exato instante não resisti e ejaculei, melando as mãos de minha esposa e me molhando todo. Depois do gozo, minha mulher permaneceu quietinha, sentada sobre o banco, de bruços, se deixando comer, a bundinha pro lado de fora da van, completamente subjugada por Diunei, que continuava firme, castigando o cu de minha esposa sem o menor remorso, tratando-a como se fosse uma putinha desqualificada; o cara só sabia elogiar a bunda que comia, dizendo que era a melhor que já possuíra, e a xingava sem receio algum de mim muito menos dela. Tive que descer da van para tirar a bermuda molhada e ficar apenas de sunga. Nesse momento corri os olhos em volta, olhei para as janelas acima de nós e gelei. Um rapaz com o uniforme de recreação do hotel assistia a tudo por detrás do vidro de uma das janelas. A visão que o homem tinha era insólita. Uma Moreninha com rostinho de boneca com o shortinho abaixado até os tornozelos e a bundinha nua pra fora de um veículo imundo, sendo enrabada por um negro nu, sendo assistidos por um rapaz de aliança com cara de turista. Fingi que não vi o sujeito e cheguei mais perto do casal. Vi quando Diunei puxou os cabelos de minha esposa, e dobrou o tronco pra cheirar seu pescocinho perfumado enquanto metia. Ouvi-o dizer claramente: Tá gostando de me dar o cu? Tá? Essa bunda que ninguém comeu?. Minha mulher, que apenas dava gemidinhos baixinho a cada estocada, balançou a cabeça, confirmando. Em dado momento, sabendo que eu assistia impassível à cena, Diunei tirou o pau imenso de dentro dela, exibindo-me o cuzinho aberto e deflorado de minha esposa, e meteu de novo até o fundo, arrancando suspiros de minha princesa. Ouvi-a perfeitamente dizer baixinho entre cada metida de Diunei: Come! Come! Come!, enquanto o homem, puxando-a para si pelas ancas, erguendo-a do banco como se fosse de pluma, empinando-lhe forçosamente a bunda, metia em seu cu como se fosse um touro .Puxando-a pelos cabelos após um tapa forte naquela bunda maravilhosa que até então jamais apanhara, Diunei urrou alto, cravou o pau bem no fundo, ejaculando fortemente em seu cuzinho, enquanto sentia seu cheiro fungando como um animal em seus cabelos e pescocinho. Cerca de sete segundos, depois, surpreendendo tanto a mim quanto a Diunei, minha esposa segurou de novo o homem dentro dela com a mãozinha, e começou a gemer alto, se contorcendo embaixo do negro, transtornada por sentir o esperma no fundo de seu rabo, gozando de forma alucinada. Ouvi ainda neste momento Diunei dizer, com o corpo encurvado sobre ela, próximo de seu rosto: Goza, vadia! Goza putinha rica! Casadinha vagabunda! O orgasmo de minha mulher deve ter durado uns 20 segundos. O homem enfim saiu de dentro dela, muita porra saia de dentro do cuzinho da minha esposa. Minha mulher, depois de um tempo, ainda na mesma posição se esticou pra pegar a canga na sacola, e limpou sua bunda, virando-se depois de frente pra nós e o homem da janela, com o short arriado, peladinha. Diunei se vestiu, enquanto dizia que jamais se esqueceria do que ocorrera naquele dia. Pedi-lhe reservadamente que não comentasse, e o canalha ainda teve a audácia de me pedir o dinheiro da viagem. Entreguei-lhe pra evitar problemas. O homem entrou em sua vanzinha e partiu, dizendo estar atrasado, que podia ter problemas com a mulher. Entramos eu e minha esposa por uma entrada lateral e ela foi direto ao vestiário das piscinas se lavar.  Depois que tudo ocorreu minha esposa chorou muito, e me jurou amor eterno, mas tenho dúvidas. Ainda tenho preservadas as fotos de minha mulher nua na praia. Gostaria de saber a opinião de homens e mulheres quanto ao ocorrido, sobre o comportamento de minha esposa, e como que será nossas vidas daqui pra frente?